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	<title>OPTIMIZE - Blog</title>
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	<description>Blog sobre a gestão de patrimonio, as reformas, os investimentos</description>
	<lastBuildDate>Wed, 28 Jul 2010 18:04:37 +0000</lastBuildDate>
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		<title>IRS, Acções, PPR e poupança: o que mudou</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/irs-accoes-ppr-e-poupanca-o-que-mudou-em-julho-de-2010-20100728.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/irs-accoes-ppr-e-poupanca-o-que-mudou-em-julho-de-2010-20100728.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 17:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Juros]]></category>
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		<description><![CDATA[
No mês de Julho de 2010, duas grandes alterações foram trazidas ao regime de tributação das mais-valias, e dos rendimentos de valores mobiliários, com impacto nas taxas aplicadas e nas categorias de activos abrangidos.
Veja a nossa tabela recapitulativa.

Os Planos Poupança Reforma e os Fundos Nacionais de Acções são agora as duas soluções mais vantajosas fiscalmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="width: 105px; height: 80px; align: left;" src="http://www.optimize.pt/images/stories/Taxes/checkboxes.png" alt="Image" hspace="6" align="left" /></p>
<p>No mês de Julho de 2010, duas grandes alterações foram trazidas ao regime de tributação das mais-valias, e dos rendimentos de valores mobiliários, com impacto nas taxas aplicadas e nas categorias de activos abrangidos.</p>
<p>Veja a nossa tabela recapitulativa.</p>
<p><span id="more-1205"></span></p>
<p>Os Planos Poupança Reforma e os Fundos Nacionais de Acções são agora as duas soluções mais vantajosas fiscalmente, do ponto de vista da fiscalidade dos rendimentos e mais-valias.</p>
<p>De realçar que os Planos Poupança Reforma proporcionam ainda benefícios fiscais sobre as entregas efectuadas (<a href="http://www.optimize.pt/index.php/Reforma/Guia-dos-PPR.html">ver o nosso guia dos PPR</a>).</p>
<p>Menciona-se ainda que, no que respeita as acções detidas através de uma SGPS, a isenção mantem-se.<br />
<br/></p>
<table class="goldBorder" border="0">
<tbody>
<tr>
<th class="alignCenter"> Categoria</th>
<th class="alignCenter"> < 12 meses</th>
<th class="alignCenter"> 1 a 5 anos</th>
<th class="alignCenter"> 5 a 8 anos</th>
<th class="alignCenter"> 8 anos</th>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter"> Depósitos a Prazo</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter"> Certificados do Tesouro</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter"> Certificados de Aforro</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter"> <strong>Planos Poupança Reforma</strong></td>
<td class="alignCenter"> <strong>21,5 %</strong></td>
<td class="alignCenter"> <strong>21,5 %</strong></td>
<td class="alignCenter"> <strong>17,2 %</strong></td>
<td class="alignCenter"> <strong>7,6 %</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter" rowspan="2"> Acções (1)</td>
<td class="alignCenter"> 20,0 %</td>
<td class="alignCenter"> 20,0 %</td>
<td class="alignCenter"> 20,0 %</td>
<td class="alignCenter"> 20,0 %</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter" colspan="4"> Fica isento de IRS, até ao valor anual de € 500, o saldo positivo entre as mais-valias e menos-valias resultante da alienação de acções ou obrigações</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter" rowspan="2"> Obrigações (1)</td>
<td class="alignCenter"> 20,0 %</td>
<td class="alignCenter"> 20,0 %</td>
<td class="alignCenter"> 20,0 %</td>
<td class="alignCenter"> 20,0 %</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter" colspan="4"> Fica isento de IRS, até ao valor anual de € 500, o saldo positivo entre as mais-valias e menos-valias resultante da alienação de acções ou obrigações</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter"> Dividendos de Acções</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter"> Juros de Obrigações</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter"> Fundos Estrangeiros</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> 21,5 %</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter" rowspan="2"> Fundos Nacionais Fechados (1)</td>
<td class="alignCenter"> Até 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> Até 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> Até 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> Até 21,5 %</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter" colspan="4"> Os fundos nacionais são tributados internamente, aplicando a cada classe de activos as regras previstas no Código do IRS</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter" rowspan="2"> Fundos Nacionais Mistos (1)</td>
<td class="alignCenter"> Até 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> Até 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> Até 21,5 %</td>
<td class="alignCenter"> Até 21,5 %</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter" colspan="4"> Os fundos nacionais são tributados internamente, aplicando a cada classe de activos as regras previstas no Código do IRS</td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter" rowspan="2"> <strong>Fundos Nacionais de Acções</strong></td>
<td class="alignCenter"> <strong>+-10,0 %</strong></td>
<td class="alignCenter"> <strong>+- 0,0 %</strong></td>
<td class="alignCenter"> <strong>+- 0,0 %</strong></td>
<td class="alignCenter"> <strong>+- 0,0 %</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="alignCenter" colspan="4"> O saldo positivo entre as mais -valias e menos-valias resultante da alienação de acções detidas por fundos de investimento durante mais de 12 meses, obrigações e outros títulos de dívida, está excluído de tributação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>(1) A medida tem retroactividade. Todas as vendas feitas desde Janeiro de 2010 contam.</p>
<p>Salvo erro ou omissão. A Optimize Investment Partners não se responsabiliza pelos erros eventuais.</p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.optimize.pt/Planos-Poupanca-Reforma.html">A gama de PPR Optimize Capital Reforma</a></li>
<li><a href="http://www.optimize.pt/Subscrever.html">Receber uma documentação</a></li>
</ul>
<p>© Optimize Investment Partners</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Poupar mais ou investir melhor?</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/poupar-mais-ou-investir-melhor-20100726.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/poupar-mais-ou-investir-melhor-20100726.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 13:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[BMW]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Externa]]></category>
		<category><![CDATA[Peugeot]]></category>
		<category><![CDATA[Porsches]]></category>
		<category><![CDATA[Renault]]></category>

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		<description><![CDATA[A publicação dos resultados do semestre traz boas noticias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Savings/savingsandmarkets.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Depois de Portugal ser apontado como o mercado de automóveis que mais tinha crescido em Maio e de o número de Porsches vendidos no 1º Semestre ter aumentado significativamente, veio o Presidente da República apelar para a necessidade de aumento da poupança.<span id="more-1203"></span><br />
<br/><br />
Pela simples razão que os automóveis foram todos comprados aos seus fabricantes mediante os créditos, cada vez mais caros, concedidos pelos Bancos Internacionais.<br />
Aumentando a nossa Dívida Externa a qual começa a atingir níveis, em que os credores vão dizer “stop”.<br />
<br/><br />
Torna-se assim absolutamente necessário transformar esse excesso de consumo em poupança rentável.<br />
<br/><br />
<br/><br />
Qual?<br />
<br/><br />
Durante as próximas semanas as empresas europeias vão anunciar os seus resultados do 1º Semestre.<br />
<br/><br />
E vamos poder constatar que, apesar da crise, estes resultados são excelentes, tendo em conta a conjuntura macroeconómica.<br />
<br/><br />
Tendo em conta os baixíssimos níveis de valorização, nomeadamente nos mercados francês, holandês e alemão, os compradores de Porsches teriam feito melhor negócio se tivessem investido numa carteira constituída pelas melhores empresas europeias, muitas delas líderes mundiais nos seus sectores de actividade.<br />
<br/><br />
Com efeito:</p>
<ul>
<li>As grandes empresas europeias são bastante bem geridas. Se os seus lucros tivessem de sofrer com a crise, eles teriam já baixado nos últimos três anos. Em vez disso os resultados têm subido significativamente.</li>
<li>Nada indica que o custo do capital para estas empresas vai subir, pois a saída da crise passa por dinheiro barato. De qualquer modo elas geram suficiente “cash-flow” para não terem necessidade de se endividar.</li>
<li>Os níveis de valorização antecipam, nitidamente, o “fim do Mundo”. O que mais uma vez não vai ser o caso.</li>
</ul>
<p><br/>Assim parece que entre as obrigações do Estado e as acções das melhores empresas europeias, o “melhor investimento” será eventualmente investir nos fabricantes de Porsches, BMW, Renault e Peugeot, adiando mais um ou dois anos a compra dos mesmos.<br />
<br/>Em princípio deverá poder subir na gama da sua marca preferida, com a mais-valia obtida. </p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Venda de produtos ou Gestão de Carteira?</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/venda-de-produtos-ou-gestao-de-carteira-20100719.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/venda-de-produtos-ou-gestao-de-carteira-20100719.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 08:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1200</guid>
		<description><![CDATA[Um exemplo de como nem sempre o anunciado na publicidade corresponde à realidade, occorido junto de 260000 clientes do Banco Francês, Caisses d'Épargne.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/gambling2.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Cerca de 240.000 clientes das Caisses d’Épargne francesas (o equivalente à CGD) acabam de apresentar queixa contra a “publicidade mentirosa” de um produto, evidentemente com capital garantido, que prometia “Duplicar o capital em 6 anos com total segurança”: o “Doublô”<span id="more-1200"></span><br />
<br/><br />
Como o produto foi lançado no final de 2001 a publicidade incluía uma “Taça de Champagne”, e um desejo de “Bonne Année”. Bom marketing.<br />
<br/><br />
A condição era que nenhuma das acções de um pacote de títulos de grandes empresas, perdesse mais de 40% no período em causa, caso em que só daria direito ao simples reembolso do capital. Ora uma ou duas das acções do pacote baixou efectivamente mais de 40%; o que parecendo difícil a um leigo fazia parte dos cálculos de probabilidades na base dos quais estes produtos são lançados.<br />
<br/><br />
Felizmente que os antigos clientes portugueses do BCP em França ainda não faziam parte da rede da Caisse d’Épargne, que actualmente  detém 90% do seu capital.<br />
<br/><br />
Razões deste comportamento incorrecto de uma veneranda instituição:</p>
<ul>
<li>Por parte dos seus gestores, a vontade de mostrar, que também conhecem e sabem propor produtos sofisticados como o falido Lehmann Brothers, e que portanto também podem aspirar aos bónus milionários.</li>
<li>Por parte dos clientes a “miragem” da palavra garantido, que substitui o simples raciocínio de que no momento em que o subscrevem perdem o direito a uma remuneração do seu capital, trocando-o por uma promessa de lucro, imobilizando o seu capital durante 6 a 10 anos. </li>
<p><br/><br />
Que opções para tal situação?<br />
<br/><br />
Partindo do princípio que é impossível que um produto seja sempre o melhor do mercado, isto é, que a elevada incerteza do Mundo em que vivemos, leva à necessidade constante de fazer arbitragens, gerir e adaptar os investimentos a um conjunto de mudanças de situações da macroeconomia e das empresas, só há uma solução:</p>
<ul>
<li><strong>“A gestão diária de uma carteira diversificada de produtos financeiros, com avaliação diária e liquidez  igualmente  diária, se possível com uma fiscalidade favorável”</strong>.</li>
</ul>
<p><br/><br />
Essas carteiras existem em todos os bancos, chamam-se Fundos PPR, têm rentabilidades positivas nalguns casos superiores a 10% nos últimos doze meses, mas só 15% dos portugueses é que os detêm para a sua reforma. Porquê? Porque 85% preferem os Seguros PPR que têm capital garantido. </p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Banca portuguesa: fusões à vista?</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/banca-portuguesa-fusoes-a-vista-20100715.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/banca-portuguesa-fusoes-a-vista-20100715.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 14:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigações]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[banca portuguesa]]></category>
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		<category><![CDATA[rating]]></category>
		<category><![CDATA[Santander Totta]]></category>
		<category><![CDATA[Vivo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1185</guid>
		<description><![CDATA[Sem surpresa, após o downgrade do rating da dívida do Governo Português, a Moody's tambem reviu em baixa os ratings dos bancos Portugueses. Será que esses terão a capacidade de enfrentar a crise, não tendo o tamanho crítico?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/seeking.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Na sequência do corte ao rating da dívida da República Portuguesa, a agência Moody’s reviu hoje em baixa as notas atribuídas a 7 bancos portugueses.<span id="more-1185"></span><br />
<br/><br />
Esta revisão é lógica: um banco de dimensão nacional pode dificilmente pretender a um rating superior ao do Estado que o ira salvar em caso de dificuldades. Mas não deixa de ser desconfortável, nomeadamente para o Montepio e o Banif, colocados à porta de uma saída da categoria “Investment Grade”. O BCP também se encontra prejudicado, talvez por não contar com nenhum accionista estratégico de grande dimensão: a CGD é do Estado, o BES pode contar com o Crédit Agricole, o BPI com La Caixa, e o Santander Totta é filial do maior banco europeu.<br />
<br/><br />
O que está em causa, desde já, é a capacidade da banca portuguesa a resistir num universo concorrencial extremamente desfavorável para as instituições de pequena e média dimensão. Os nossos bancos não conseguem financiamento a um preço sustentável junto dos mercados, e o BCE não poderá continuar ad-vitam a financiar os bancos mais vulneráveis. Uma consolidação transfronteiriça será inevitável, acabando com o que nos resta de “banca nacional”. É pena o BES não ter encaixado o valor da venda da Vivo…</p>
<p><br/></p>
<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/grafics/ratingsmoodys.png" border="0" alt="Rating Moodys" vspace="6" align="center" /></p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Fusões à vista?" href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=926">Ler o artigo</a></li>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010<br />
Fonte: Moody&#8217;s</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tenho um problema: sofro de optimismo</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/ternho-um-problema-sofro-de-optimismo-20100712.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/ternho-um-problema-sofro-de-optimismo-20100712.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 09:43:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
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		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Silicon Valley]]></category>
		<category><![CDATA[Tailândia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1179</guid>
		<description><![CDATA[Encontrei em Paris gestores optimistas por poderem abordar a próxima divulgação dos resultados das empresas no 1º Semestre a “preços de saldo”.

Com efeito, nos últimos meses as notícias macroeconómicas europeias e americanas, voltaram a colocar a perspectiva de a economia “voltar a cair”, de Portugal e a Espanha recorrerem ao FMI, e da Grécia declarar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/different.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Encontrei em Paris gestores optimistas por poderem abordar a próxima divulgação dos resultados das empresas no 1º Semestre a “preços de saldo”.<span id="more-1179"></span><br />
<br/><br />
Com efeito, nos últimos meses as notícias macroeconómicas europeias e americanas, voltaram a colocar a perspectiva de a economia “voltar a cair”, de Portugal e a Espanha recorrerem ao FMI, e da Grécia declarar falência. E de o crescimento económico europeu estar comprometido nos próximos dez anos.<br/><br />
<strong>Mas pergunto: o Mundo acaba em Badajoz, nos Pirenéus ou no Mar Egeu?</strong><br/></p>
<ul>
<li>A Bolsa da Turquia, do outro lado do Egeu, não subiu 21% desde o início do ano, e 66% nos últimos 12 meses?</li>
<li>A Tailândia, apesar da “guerra civil” não vai crescer 11,9% no corrente ano?</li>
<li>A Suécia cuja “coroa” se valorizará relativamente ao Euro não tem as Finanças Públicas sãs?</li>
<li>E os BRIC não estão mais acessíveis em termos de preço depois do “espantalho” do sobreaquecimento?</li>
<li>E a população mundial não vai aumentar 50% ou seja 3 Mil Milhões de pessoas nos próximos 3 anos, permitindo à Nestlé e à Danone, etc. abrir fábricas em todo o Mundo?</li>
<li>E os laboratórios farmacêuticos suíços, ingleses, franceses e americanos não têm de produzir remédios para uma população em rápido e inevitável envelhecimento?</li>
<li>E a Essilor, não vai beneficiar da venda dos milhões de óculos necessários a uma população que passa a vida a olhar para computadores?</li>
<li>E não há expectativas de bons investimentos nas matérias-primas (Rússia, Austrália e mesmo África) necessárias ao desenvolvimento económico?</li>
<li>E os produtores de petróleo vão parar de produzir por causa do problema BP entretanto resolvido?</li>
<li>E Silicon Valley vai fechar, acabando com a inovação nas tecnologias de informação?</li>
<li>E vamos voltar a ler em livros de papiro para substituir o iPAD?</li>
</ul>
<p><br/><br />
Dito isto uma advertência: A curto prazo admito sempre como possível que os mercados de acções possam baixar. Considero ser uma fraca probabilidade, fora da Europa, mas creio ter “demonstrado” haver alguns conceitos de investimento a um ano possíveis que devem ser utilizados numa óptica de reforma.</p>
<ul>
<li>1. Aproveitando os momentos de maior pessimismo para comprar. Isto é: agora;</li>
<li>2. Não comprando mais valores que dependem dos Estados (telecom, banca, serviços públicos);</li>
<li>3. Procurando os países e os sectores de futuro;</li>
<li>4. Preferindo empresas multinacionais líderes nos seus sectores.</li>
</ul>
<p><br/>Ou seja, não se limitando a andar à volta da “Praça do Marquês de Pombal”, à procura da “pérola rara” portuguesa. De que a actual “Padeira de  Aljubarrota” se apoderou.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Despesa pública e o valor das acções</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/despesa-publica-e-o-valor-das-accoes-20100705.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/despesa-publica-e-o-valor-das-accoes-20100705.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 08:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>

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		<description><![CDATA[Num excelente artigo publicado esta semana no “Journal des Finances” o gestor francês Charles Gave, estabelece graficamente uma correlação entre o peso do Estado na economia britânica e o seu crescimento económico em quatro períodos de sete anos entre 1970 e 2010.


E a conclusão é nítida: Quanto mais o Estado “engorda” à custa do endividamento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/analysing.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Num excelente artigo publicado esta semana no “Journal des Finances” o gestor francês Charles Gave, estabelece graficamente uma correlação entre o peso do Estado na economia britânica e o seu crescimento económico em quatro períodos de sete anos entre 1970 e 2010.<br />
<span id="more-1175"></span><br />
<br/><br />
E a conclusão é nítida: Quanto mais o Estado “engorda” à custa do endividamento, mais baixas são as cotações na Bolsa, devido à baixa da taxa de crescimento da economia, que implica baixa das vendas das empresas, logo dos seus resultados.<br />
<br/><br />
Logo que o Estado deixa de se endividar e assim de “secar” o mercado da poupança disponível com a emissão da Dívida Pública, aumentam os investimentos na área privada da economia, assistindo-se a uma valorização das empresas cotadas.<br />
<br/><br />
Esta conclusão é extremamente importante no momento que vivemos, pois a dificuldade crescente dos Estados Europeus em emitirem dívida, mesmo com taxas de juro mais elevadas, assim como os programas de contenção da Despesa Pública terão como consequências, segundo a análise dos últimos quarenta anos uma valorização das acções.<br />
<br/><br />
Infelizmente tal terá lugar num ambiente de reivindicação social e de profundas alterações e conflitos na esfera política.<br />
<br/><br />
Mas, o excesso de endividamento acumulado não deixa aos Estados, sobretudo na Europa do Sul (Grécia, Espanha, Portugal, Itália e França) que dois caminhos:</p>
<ul>
<li>O recurso a emissões de Dívida Pública a taxas de juro absolutamente usurárias que condenam os emissores, a curto/médio prazo a uma situação de incumprimento, o que leva o mercado a “dizer não” a novas emissões.</li>
<li>A implantação de medidas drásticas de redução dos deficits, via baixa das despesas públicas, com o objectivo de começar a diminuir o endividamento total.</li>
</ul>
<p><br/><br />
Impõem-se assim duas conclusões:</p>
<ul>
<li>O lamentar que os políticos tenham insistido durante tanto tempo no aumento da Despesa Pública para “salvar a economia”.</li>
<li>Que o momento é propício ao investimento na actividade privada sobretudo nas empresas e nos países europeus menos dependentes do mercado exclusivamente interno.</li>
</ul>
<p><br/><br />
Uma conclusão, que adoptei há alguns anos, mais radical, será o investimento em mercados fora da Europa.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		<item>
		<title>Impacto de uma revalorização do yuan</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/impacto-de-uma-revalorizacao-do-yuan-20100628.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/impacto-de-uma-revalorizacao-do-yuan-20100628.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 09:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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		<category><![CDATA[índia]]></category>
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		<category><![CDATA[malasia]]></category>
		<category><![CDATA[taiwan]]></category>
		<category><![CDATA[yuan]]></category>

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		<description><![CDATA[O impacto que poderia ter uma revalorização do yuan.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Countries/chinesemoney.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Depois da enorme pressão diplomática dos Estados Unidos, Japão e Europa a China decidiu, finalmente, e após dois anos, abandonar o sistema de câmbios fixos relativamente ao Dólar.<br />
<span id="more-1171"></span><br />
<br/><br />
Quais as consequências da decisão, para as restantes economias e para os mercados financeiros, de deixar o yuan valorizar-se em função dos enormes excedentes comerciais e das reservas acumuladas?</p>
<ul>
<li>Sem deixar prever uma valorização brutal é evidente que os activos chineses, nomeadamente acções, vão beneficiar gradualmente dessa valorização recuperando da baixa sofrida desde o início do ano, devido ao receio de sobreaquecimento da economia.</li>
<li>De igual modo assistir-se-á a um arrefecimento da inflação importada pela China, reduzindo em simultâneo o risco de aumento das taxas de juro que teriam, inevitavelmente, que acompanhar a inflação.</li>
<li>Ao mesmo tempo e com o objectivo, cada vez mais insistentemente “exigido” pelos chineses a economia até agora baseada essencialmente na exportação de bens a baixo preço, vai-se voltar progressivamente para o consumo interno e assim aumentar as importações chinesas de alguns produtos do Occidente.</li>
</ul>
<p><br/><br />
O impacto sobre a estratégia de investimento é evidente:</p>
<ul>
<li>Todos os mercados que dependem do consumo ou da subcontratação de empresas chinesas, vão ter um impacto positivo nas suas vendas. Referimo-nos a Taiwan, Indonésia, Malásia, Singapura e mesmo Hong-Kong e Índia.</li>
<li>De igual modo as empresas exportadoras europeias e americanas, que trabalham já na China assistirão a um desenvolvimento das suas actividades e a uma valorização das suas margens.</li>
<p><br/>Assim, empresas dos sectores alimentares, produtos de beleza, luxo, assim como as grandes empresas industriais deverão ver os seus negócios em crescimento e as suas margens alargadas.<br />
<br/><br />
Confirma-se assim alguma preferência que temos atribuído desde há uns tempos não só aos mercados emergentes em geral, como à China em particular.<br />
Isto apesar de os especialistas preverem uma revalorização do yuan limitada a 3% e 5% no curto prazo.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		<item>
		<title>Não ao top-down, sim ao bottom-up</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/nao-ao-top-down-sim-ao-bottom-up-20100621.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/nao-ao-top-down-sim-ao-bottom-up-20100621.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 09:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[bottom-up]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Grega]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Monetário Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[top-down]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de uma semana em Paris de onde vim bastante animado com a recuperação recente dos mercados financeiros, deparei logo na 2ª feira com o doentio pessimismo português, agravado, subitamente, pelo “agravamento” do rating da Dívida Pública Grega.


Como se o facto de a Moody’s ter degradado para junk bonds a notação, alinhando pelo que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/Compass.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Depois de uma semana em Paris de onde vim bastante animado com a recuperação recente dos mercados financeiros, deparei logo na 2ª feira com o doentio pessimismo português, agravado, subitamente, pelo “agravamento” do rating da Dívida Pública Grega.<br />
<span id="more-1167"></span><br />
<br/><br />
Como se o facto de a Moody’s ter degradado para junk bonds a notação, alinhando pelo que a Fitch já fizera semanas atrás constituísse uma novidade.<br />
<br/><br />
É evidente que este facto se traduzirá num agravamento da taxa de juro num momento em que o Estado Grego começa a estar completamente asfixiado pela dívida existente e quase impossibilitado de colocar nos mercados novas emissões.<br />
<br/><br />
Mas foi por isso que a Europa, embora demorasse oito meses, decidiu criar mecanismos de recurso junto do BCE e do Fundo Monetário Internacional. Ou seja, o problema já está em vias de solução. Mas o que tem isto a ver com o título deste artigo?<br />
<br/><br />
É que para gerir activos há duas estratégias possíveis:</p>
<ul>
<li>1. Top-down: Começa-se por analisar a situação macroeconómica de cada zona de investimento, ou de cada país; passa-se depois ao estudo dos sectores que mais poderão beneficiar da situação presente e prevista da conjuntura e finalmente escolhem-se as empresas mais bem posicionadas para beneficiarem do crescimento económico. É uma óptica económica, utilizada pelos investidores de curto prazo. Não a prefiro.</li>
<li>2. Bottom-up: O que interessa nesta óptica é a empresa onde se vai investir e os preços a que se investe. Pouco importa o optimismo ou pessimismo do mercado. Diremos mesmo que quanto mais pessimista melhor, porque as cotações estão mais baixas.</li>
</ul>
<p><br/><br />
Sem pretender qualquer comparação é a estratégia de investimento do Homem mais rico do Mundo – Warren Buffet – E aquela que procuro seguir.<br />
<br/><br />
Dois exemplos:</p>
<ul>
<li>1. Com o envelhecimento e aumento da população as empresas farmacêuticas, terão inevitavelmente um forte crescimento das vendas e dos lucros.</li>
<li>2. Com o atraso e aumento da população da Índia, tanto as empresas de alimentação europeias como as empresas de telecomunicações indianas vão crescer significativamente.</li>
</ul>
<p><br/><br />
O que é que investir nestas empresas tem a ver com a Dívida Grega?<br/><br />
Diversificação internacional e aposta nas empresas líderes do Séc.XXI é a única estratégia de investimento saudável nos momentos que vivemos.<br/><br />
Adopte o <strong>Bottom-up</strong> e viva feliz.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Verão: é tempo de assumir o &#8220;risco&#8221; das acções</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/verao-e-tempo-de-assumir-o-risco-das-accoes-20100614.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/verao-e-tempo-de-assumir-o-risco-das-accoes-20100614.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 08:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[crise da Dívida Pública]]></category>
		<category><![CDATA[euro]]></category>
		<category><![CDATA[prémio de risco]]></category>
		<category><![CDATA[S&P500]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim a constituição de uma carteira mista diversificada internacionalmente com 35%, 60% de acções parece-me perfeitamente dever ser aconselhada, a médio prazo, mesmo numa óptica prudente de investimento. As carteiras deste tipo de que tenho assumido a gestao, tiveram rentabilidades ligeiramente positivas desde o início do ano. Ultrapassando “todas as desgraças” do 1º Semestre.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Weather/sunflowers.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />As dificuldades da macro-economia e sobretudo das Finanças Públicas grega, portuguesa e espanhola têm impedido de olhar “um pouco mais longe” para os preços atractivos de algumas acções europeias e mundiais.<br />
<span id="more-1164"></span><br />
<br/><br />
Com efeito:</p>
<ul>
<li>A crise da Dívida Pública tem semeado a dúvida não só sobre a solvabilidade de alguns países como do impacto, negativo, das medidas de redução dos deficits sobre o crescimento económico.</li>
<li>Apesar de os responsáveis dos Bancos Centrais persistirem numa política de “dinheiro barato” os riscos das Dívidas Soberanas têm aumentado as taxas de juro de longo prazo, elemento negativo para a valorização das acções.</li>
<li>O euro, ex-moeda forte, tornou-se uma moeda que apresenta sintomas de possível “implosão” mas sobretudo, é hoje uma moeda com forte potencial de desvalorização.</li>
</ul>
<p><br/><br />
Muito bem, e agora não se pode investir em acções depois das enormes baixas desde o início do ano que “comeram” cerca de 50% da sua recuperação?<br />
<br/><br />
Evidentemente que há oportunidades a aproveitar tendo em conta as baixas valorizações pelas seguintes razões:</p>
<ul>
<li>O crescimento económico asiático e americano está de regresso permitindo com a baixa do euro a retoma das exportações europeias.</li>
<li>A maior parte das más notícias já foram tomadas em conta pelos mercados, com desvalorizações nos valores mais sensíveis. O “prémio de risco” (diferença entre rentabilidade esperada das acções e obrigações do Estado) das acções é de quase 7%</li>
<li>Existe poupança privada para investir que racionalmente (quando a razão substituir a emoção) deverá preferir investir na realidade das empresas, relativamente a entregar o seu dinheiro ao Estado hiper-gastador.</li>
<li>O índice Euro Stoxx 50 está aos níveis de Janeiro 2009 quando o S&#038;P500 já subiu cerca de 20% no mesmo período.</li>
</ul>
<p><br/><br />
Assim a constituição de uma carteira mista diversificada internacionalmente com 35%, 60% de acções parece-me perfeitamente dever ser aconselhada, a médio prazo, mesmo numa óptica prudente de investimento. As carteiras deste tipo de que tenho assumido a gestao, tiveram rentabilidades ligeiramente positivas desde o início do ano. Ultrapassando “todas as desgraças” do 1º Semestre.<br />
<br/><br />
O “timing” parece-me oferecer um fraco risco de baixa e um potencial de alta razoável até final do ano. Mas não espere para ver…</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A queda de três mitos: Imobiliário, Estado, Golden Share</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/a-queda-de-tres-mitos-imobiliario-estado-golden-share-20100607.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/a-queda-de-tres-mitos-imobiliario-estado-golden-share-20100607.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 08:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
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		<description><![CDATA[No decurso do último programa Bull &#038; Bear do ETV foram abordados três temas que permitem concluir:

1.	Falência de cajas de ahorros espanholas
Depois de há um ano o Banco de Espanha ter salvo da falência a Caja de Castilla eis que surgem problemas de solvabilidade e liquidez noutras Cajas de Ahorros, que têm resistido aos conselhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Arte/kapoor.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />No decurso do último programa Bull &#038; Bear do ETV foram abordados três temas que permitem concluir:<br />
<span id="more-1153"></span></p>
<p>1.	Falência de cajas de ahorros espanholas<br />
<br/>Depois de há um ano o Banco de Espanha ter salvo da falência a Caja de Castilla eis que surgem problemas de solvabilidade e liquidez noutras Cajas de Ahorros, que têm resistido aos conselhos das Autoridades para se fundirem.<br />
<br/><br />
Tal fusão apesar de baixar custos de funcionamento e melhorar a qualidade de gestão, enfrenta a oposição dos “caciques” locais que as dirigem. Que não querem partilhar o poder de decisão que possuem levando-os a financiar projectos imobiliários megalómanos, hoje totalmente invendáveis, pois há cerca de um milhão de habitações vagas em Espanha.<br/><br />
Se atendermos a que já o problema dos “subprimes” teve a sua origem, no facto de os preços do imobiliário “não subirem até ao céu”, assistimos à queda do 1º Mito: O imobiliário é sempre um bom investimento.
<p><br/></p>
<p>2.	Os empréstimos do Estado não têm risco<br />
<br/>As recentes subidas das taxas de juro da Dívida Soberana devido à baixa dos ratings atribuídos pelas Agências de Notação, revelarem os riscos de emprestar dinheiro ao Estado.<br />
<br/>Não quero com isto condenar os anunciados Certificados a ser emitidos pelo Tesouro. Mas enquanto há uns anos era a taxa dos Empréstimos do Tesouro a dez anos que era considerada como o risco zero, a partir do qual se estabeleciam os “spreads” para as restantes emissões de Dívida Privada, hoje assistimos ao endividamento de alguns Estados Europeus a taxas superiores às de empresas privadas. <br/>Fim do 2º Mito: O Estado oferece a máxima segurança</p>
<p><br/></p>
<p>3.	Golden Share da PT<br />
<br/>Como se sabe a PT tem uma proposta de compra de 50% da Vivo, por parte da Telefónica espanhola.<br />
<br/>Apesar de extremamente aliciante para os accionistas minoritários, para o endividamento da PT e para a Dívida Externa portuguesa, parece que o “management” e o Estado estudarão a hipótese de impedir estrategicamente tal decisão, opondo o seu veto, através da “golden share”.<br />
<br/>Considero que no momento em que andamos a vender o nosso mercado em Nova York e a pedir empréstimos internacionais, é impossível usar de tal veto.<br />
<br/>Fim do 3º Mito: A Golden Share impede OPAs</p>
<p><br/></p>
<p>Porquê as “quedas de três mitos”: Porque o “Mundo mudou”. Há muito mais que três semanas.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.optimize.pt/blog/a-queda-de-tres-mitos-imobiliario-estado-golden-share-20100607.html/feed</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Optimize Investment Partners agora no Facebook</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/optimize-investment-partners-agora-no-facebook-20100601.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/optimize-investment-partners-agora-no-facebook-20100601.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 08:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
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		<category><![CDATA[Facebook Optimize Investment Partners]]></category>

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		<description><![CDATA[Venha descobrir o novo espaço da Optimize Investment Partners no Facebook, em: http://www.facebook.com/pages/Optimize-Investment-Partners/229681589608. Torne-se fã e acompanhe assim diariamente as notícias e as opiniões da equipa. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="width: 105px; height: 80px;" src="http://www.optimize.pt/images/stories/Mediaservices/facebook.png" alt="Image" hspace="6" align="left" /></p>
<p>A Optimize Investment Partners passou a disponibilizar informação sobre os mercados e a economia no Facebook. É possível consultar essas informações através da  <strong><a href="http://www.facebook.com/pages/Optimize-Investment-Partners/229681589608" title="Facebook Optimize Investment Partners"><strong>Página Facebook da Optimize Investment Partners</strong></a></strong>.</p>
<p>Torne-se fã!</p>
<p><span id="more-1156"></span></p>
<p></br></p>
<p>Como sabem, a Optimize Investment Partners valoriza muito estas novas formas de comunicação e o desenvolvimento das tecnologias que as suportam. Assim, já disponibilizámos para si:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.optimize.pt/blog/" title="Blog Optimize">O blog Optimize, o blog das suas finanças</a></li>
<li><a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=Optimize-Blog" title="RSS Email Optimize">Os feeds RSS</a></li>
<li><a href="http://twitter.com/OptimizeInvest" title="Twitter Optimize Investment Partners">Twitter Optimize Investment Partners</a></li>
<li><a href="http://www.optimize.pt/Newsletter.php" title="Optimize News">Optimize News, a newsletter das suas finanças</a></li>
<li><a href="https://www.optimize.pt/espaco-privado" title="Espaço Privado Optimize">O Espaço Privado Optimize</a>, em que os nossos clientes podem acompanhar diariamente a evolução das rendibilidades dos investimentos que nos confiaram.</li>
</ul>
<p></br></p>
<p>Acreditamos que temos de saber aproveitar as ferramentas tecnológicas inovadoras colocadas ao nosso dispor. A Facebook é uma delas, sem dúvida.</p>
<p></br></p>
<p>Venha então descobrir o novo espaço da Optimize Investment Partners no Facebook, na <strong><a href="http://www.facebook.com/pages/Optimize-Investment-Partners/229681589608" title="Facebook Optimize Investment Partners"><strong>Página Facebook da Optimize Investment Partners</strong></a></strong>. Torne-se fã e acompanhe assim diariamente as notícias e as opiniões da equipa! </p>
<p></br></p>
<p>© Optimize 2010 &#8211; Todos os direitos reservados</p>
<p></br></p>
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		<title>O futuro do Euro e dos mercados de acções</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/o-futuro-do-euro-e-dos-mercados-de-accoes-20100526.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/o-futuro-do-euro-e-dos-mercados-de-accoes-20100526.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 May 2010 18:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[CDS]]></category>
		<category><![CDATA[Dow Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Eurostoxx 50]]></category>
		<category><![CDATA[obrigações do estado português]]></category>
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		<category><![CDATA[Zona Euro]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os mercados viveram um novo período de fortes turbulências, marcado pelo início de contágio da crise Grega à Portugal e Espanha, que obrigou os Estados da Zona Euro, o FMI e a Comissão Europeia a organizar um plano de resgate de 750 mil milhões de euros.


O Banco Central Europeu iniciou, do seu lado, um programa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Markets/buylowsellhigh.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Os mercados viveram um novo período de fortes turbulências, marcado pelo início de contágio da crise Grega à Portugal e Espanha, que obrigou os Estados da Zona Euro, o FMI e a Comissão Europeia a organizar um plano de resgate de 750 mil milhões de euros.<br />
<span id="more-1148"></span></p>
<p><br/></p>
<p>O Banco Central Europeu iniciou, do seu lado, um programa de recompra de obrigações de Estados e Bancos da zona Euro com dificuldades de financiamento. O BCE vem copiar as receitas que funcionaram do outro lado do Atlântico e conseguiu estabilizar o custo da dívida portuguesa em níveis sustentáveis.</p>
<p><br/></p>
<p>Infelizmente as dúvidas sobre a capacidade dos governos da zona Euro em chegar a um consenso para salvar, a longo prazo, o euro, mantêm-se. Por outro lado, o impacto negativo para o crescimento das medidas complementares de contenção dos défices públicos vieram abalar a confiança dos investidores. Mais, a decisão &#8220;solitária&#8221; tomada pelo Governo Alemão, de proibir as vendas a descoberto de títulos de empresas do sector financeiro, de divida governamental e de CDS, veio deitar óleo para o lume, aumentado o nervosismo dos operadores de mercado e o receio de não ser possível manter a coesão necessária à defesa do euro.</p>
<p><br/></p>
<p>Olhando para os Estados Unidos, as notícias económicas e os resultados de empresas foram razoavelmente positivos, embora algumas estatísticas tenham mostrado sinais de um arrefecimento provável do crescimento para o segundo semestre. A queda da bolsa americana deve-se ao receio das dificuldades na Europa terem um impacto, a médio prazo, para as empresas americanas, nomeadamente pela subida brusca do dólar que põe em causa a competitividade das exportadoras.</p>
<p><br/></p>
<p>O resultado deste nervosismo foi quedas fortes em quase todas as classes de activos, com a excepção notável do ouro e da dívida dos estados &#8220;fortes&#8221;. De 20 de Abril à 20 de Maio, com o euro a perder perto de -7%, o Eurostoxx 50 caiu -13,9%, o PSI20 -17,0%, enquanto o Dow Jones recuou -9,4%. Na Europa, o índice Alemão DAX foi o que melhor resistiu, descendo -6,3% no mesmo período. O recuo das praças europeias deve-se em grande parte ao &#8220;sell-off&#8221; dos investidores institucionais americanos, a queda do euro e o receio de recessão na Europa precipitando as suas decisões de sair das praças Europeias. Pelo contrário, as praças fora da zona euro, nomeadamente americanas, tornaram-se mais atractivas para os investidores europeus à procura menos volatilidade e de um enquadramento económico menos deprimido. A praça alemã também beneficiou dessa fuga ao risco, por parte de investidores ansiosos do futuro da moeda única. </p>
<p><br/></p>
<p>Do lado do mercado de dívida, as obrigações do estado português foram fortemente pressionadas, começando a seguir o caminho traçado pela Grécia até serem salvas pela intervenção do Banco Central Europeu. Chegaram a negociar com níveis de yield de 6,5% sobre 10 anos, regressando poucos dias depois para um nível mais aceitável de 4,5%.</p>
<p><br/></p>
<p>O petróleo e as matérias-primas também reagiram negativamente às dificuldades atravessadas pela Europa e, sobretudo, à queda do Euro, que deixa antecipar um recuo da procura por parte dos europeus. </p>
<p><br/></p>
<p>As próximas semanas serão críticas para o futuro do Euro, e por consequência, para o desempenho dos mercados de acções. Esperamos que os políticos chegam a uma solução de razão.</p>
<p><br/></p>
<p>Diogo  Santos Teixeira, CEO da Optimize Investment Partners</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.oje.pt/pesquisa.aspx?TextoPesquisaNoticias=optimize&amp;imageField.x=13&amp;imageField.y=10">A Optimize no jornal Oje</a></li>
</ul>
<p>© Oje e Optimize 2010</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Todos falidos daqui a 10 anos?</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/todos-falidos-daqui-a-10-anos-20100524.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/todos-falidos-daqui-a-10-anos-20100524.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 09:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[dívida pública]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Jacques Attali]]></category>
		<category><![CDATA[José Socrates]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade da Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Uniao Europeia]]></category>

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		<description><![CDATA[Este o título do livro de Jacques Attali que saiu esta semana em Paris, e que passo a resumir:

1.	Governos, BCE e UE atrasaram-se na necessidade de responder rapidamente ao problema da insolvabilidade da Grécia. E não há razão para tal pois a História da Dívida Pública ensina-nos que não há moeda única possível sem orçamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/theend.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Este o título do livro de Jacques Attali que saiu esta semana em Paris, e que passo a resumir:<br />
<span id="more-1139"></span></p>
<p>1.	Governos, BCE e UE atrasaram-se na necessidade de responder rapidamente ao problema da insolvabilidade da Grécia. E não há razão para tal pois a História da Dívida Pública ensina-nos que não há moeda única possível sem orçamentos e política económica coordenada. E sem emissão de Títulos do Tesouro europeus.</p>
<p>2.	As medidas tomadas só fazem sentido se forem provisórias pois são insuficientes (25% da Dívida do Sul da Europa) e não são Títulos do Tesouro Europeu.</p>
<p>3.	Por outro lado há que impor aos Estados membros que limitem a Dívida ao financiamento de investimentos, permitindo o crescimento económico futuro e não ao pagamento de despesas de funcionamento do Estado.</p>
<p>4.	Attali sugere ainda que se meça a Dívida, não em função do PIB mas em percentagem das receitas anuais. Ora actualmente a Europa emite anualmente Dívida correspondente a 250% das suas receitas. Insuportável, sobretudo em caso de aumento das taxas de juro.</p>
<p>5.	Como soluções para o problema da Dívida Pública e analisando profundamente a sua História desde a Antiguidade cita oito soluções:</p>
<ul>
<li>A baixa das despesas sobretudo de funcionamento do Estado</li>
<li>O aumento das receitas ou seja dos impostos</li>
<li>A baixa das taxas de juro, quase impossível na actual conjuntura</li>
<li>A inflação que torna mais fácil o seu reembolso e prejudica quem tem rendimentos fixos garantidos</li>
<li>A moratória alongando o prazo de reembolso</li>
<li>O perdão da dívida consentido ou imposto aos credores</li>
<li>A guerra</li>
<li>E finalmente, a única que vale a pena, que é o crescimento económico</li>
</ul>
<p>Ao ouvir a entrevista de José Sócrates pareceu-me que ele se inclinava nitidamente para esta última solução.</p>
<p>A qual exige uma adesão muito forte e determinada de toda a Sociedade Portuguesa.</p>
<p>Assim pareceu-me que seria útil que não só os políticos no activo, como os “reformados” que visitam o Presidente da República pudessem expor calmamente e sem a pressão, excessiva, dos entrevistadores quais os sacrifícios que esperam os portugueses e quais os meios de os minorar.</p>
<p>Fiquei com o sentimento que Sócrates aprendeu a lição em Bruxelas e está “no bom caminho”.</p>
<p>Falta-lhe, obviamente, alguma credibilidade que aqueles notáveis economistas lhe podem dar.</p>
<p>Não vale a pena insistir sobre o que disse há dois anos, ou dois meses. É evidente que o “Mundo mudou” e o futuro será a “Sociedade da Poupança”.</p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Aplicações em PPR crescem</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/aplicacoes-em-ppr-crescem-20100520.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/aplicacoes-em-ppr-crescem-20100520.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 May 2010 09:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Portuguesa de Seguradores]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal de Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[PPR Optimize Capital reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[A aplicação de dinheiro em PPR tem subido a um ritmo de 200 milhões de euros por mês desde o início do ano. A rendibilidade e as preocupações com a reforma explicam o crescimento da procura por este produto.
De salientar, que os fundos PPR geridos pela Optimize Investment Partners obtiveram, em 2009 rentabilidades de dois digitos: +15,8 % para o PPR Optimize Capital Reforma Acções e +13,2 % para o PPR Optimize Capital Reforma Equilibrado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Simuladores/complementoreforma.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
As aplicações em PPR subiram de 200 milhões de euros por mês desde o início do ano, segundo as estatísticas divulgadas ontem pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS), e apresentadas hoje no Jornal de Noticias.</p>
<p><span id="more-1132"></span><br />
Assim, entre Janeiro e Abril, a poupança aplicada em PPR (novas subscrições e reforços) cresceu 40% face ao período homólogo de 2009.
<p><br/></p>
<p>No total, são agora cerca de 2,2 milhões de contratos de PPR, sem falar dos contratos geridos pelas Sociedades Gestoras de Fundos de Investimento Mobiliário.
<p><br/></p>
<p>As taxas de rendibilidade oferecidas e as preocupações com a reforma (que se têm acentuado com as alterações ao sistema público que foram feitas) justifica, segundo o Jornal de Notícias, esta maior procura pelos PPR que estão também já a cativar o interesse de pessoas mais jovens, na casa dos 30 anos. Um constato que partilhamos, cá, na Optimize Investment Partners.
<p><br/></p>
<p>De salientar, que os fundos PPR geridos pela Optimize Investment Partners obtiveram, em 2009 rentabilidades de dois digitos: +15,8 % para o PPR Optimize Capital Reforma Acções* e +13,2 % para o PPR Optimize Capital Reforma Equilibrado*.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Simuladores Optimize" href="http://optimize.pt/index.php/Simuladores.html">Simuladores Optimize</a></li>
<li><a title="PPR Optimize" href="http://www.optimize.pt/Produto.php/Optimize-Capital-Reforma-PPR.html">PPR Optimize</a></li>
<li><a title="Artigo no site do Jornal de Noticias" href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1573999">Artigo no site do Jornal de Noticias</a></li>
</ul>
<p>© Optimize 2010 &#8211; Todos os direitos reservados </p>
<p><br/></p>
<p>* As rendibilidades divulgadas representam dados passados e não constituem uma garantia de rendibilidade futura. O valor das unidades de participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 6 (risco máximo). Optimize Capital Reforma PPR Acções e Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado são dois fundos de investimento mobiliários, cujos prospectos completos e simplificados se encontram disponíveis nas entidades comercializadoras. As taxas de rendibilidade mencionadas são anualizadas, líquidas de comissão de gestão e de depósito, de custos de auditoria e de taxa de supervisão. Em 2009, o nível de risco do fundo Optimize Capital reforma PPR Acções foi de 3 e o nível de risco do fundo Optimize Capital reforma PPR Equilibrado foi de 2.</p>
<p><br/></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Até que enfim, mercados impoem razão a políticos e BCE</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/ate-que-enfim-mercados-impoem-razao-a-politicos-e-bce-20100517.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/ate-que-enfim-mercados-impoem-razao-a-politicos-e-bce-20100517.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 May 2010 08:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Agencias de rating]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[Jacques Rueff]]></category>
		<category><![CDATA[Tratado de Maastricht]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sou há muitos anos um actor dos mercados.
Nos mercados de crédito ou de dívida encontram-se os devedores, que precisam de dinheiro para investir (empresas) ou para gastar (Estados), com os credores ou seja os investidores, isto é, quem tem dinheiro para emprestar.


Como gestor sempre estive do lado dos credores/investidores procurando conciliar o risco dos empréstimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Wordconcepts/vision.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Sou há muitos anos um actor dos mercados.<br />
Nos mercados de crédito ou de dívida encontram-se os devedores, que precisam de dinheiro para investir (empresas) ou para gastar (Estados), com os credores ou seja os investidores, isto é, quem tem dinheiro para emprestar.<br />
<span id="more-1130"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Como gestor sempre estive do lado dos credores/investidores procurando conciliar o risco dos empréstimos obrigacionistas com as suas rentabilidades.</p>
<p><br/></p>
<p>As Agências de Rating ajudam-me nesta função. Mas serei sempre eu o responsável perante os investidores das más decisões de investimento, nomeadamente do não cumprimento de uma dívida (Pública e/ou Privada).</p>
<p><br/></p>
<p>Quando o Euro foi criado, há dez anos, acreditei que em contrapartida de uma taxa de juro mais baixa do que em Escudos, iria ter uma maior estabilidade das economias e da moeda, com a “garantia” não só do BCE, mas igualmente da tutela imposta aos Governos através do PEC  (Tratado de Maastricht).</p>
<p><br/></p>
<p>Quem prevaricasse (Governos gastadores) seria punido com severidade pela União Europeia.</p>
<p><br/></p>
<p>Alemanha, Holanda e Áustria, países de rigorosa tradição protestante, obrigaram os seus Governos e população a seguir regras de boa gestão pública e privada.</p>
<p><br/></p>
<p>O “Clube Mediterrâneo” continuou a “divertir-se” e a viver a crédito, gastando o que tinha e o que não tinha nem produzia.</p>
<p><br/></p>
<p>Como dizia o economista Jacques Rueff “a inflação, consiste em subvencionar despesas que não dão qualquer rendimento, com o dinheiro que não existe”.</p>
<p><br/></p>
<p>Considerando que “quem não tem dinheiro não tem vícios”, “os mercados” (não confundir com especuladores) exigiram cada vez maior rendimento (taxa de juro) e três alterações fundamentais no comportamento dos Governos e do BCE:</p>
<ul>
<li>1.Aos Governos fortemente devedores uma aceleração e endurecimento na redução dos deficits, a fim de, a prazo, diminuírem a Dívida Pública e Privada internacional (a poupança interna é nitidamente insuficiente no caso português).</li>
<li>2.	Às autoridades europeias, ajudadas pelo FMI uma solidariedade para pôr à disposição dos Países mais necessitados os créditos necessários (750 Mil Milhões de Euros), para não declararem falência.</li>
<li>3.	Ao BCE um apoio no sentido de permitir aos Bancos que necessitem de liquidez a transformação de empréstimos em moeda, de modo a manter o funcionamento e a solidez da Banca.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Em suma: Afinal foram “os mercados” que obrigaram, finalmente, os diferentes responsáveis a enfrentar a crise. Mas a dimensão desta, deveu-se ao atraso na resposta do BCE e da EU. </p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Personal PEC</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/personal-pec-20100510.html</link>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 13:41:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Privada]]></category>
		<category><![CDATA[dívida pública]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não se trata de um novo “gadget” tipo Ipod, a lançar pela Apple. Mas de uma profunda mudança de comportamento a adoptar por todos os portugueses, e mesmo, pela grande maioria dos europeus.


A enormidade da tarefa que espera todos &#8211; Dirigentes, Jornalistas e Políticos está expressa nos comentários dos visitantes do “site” do DE a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/Measure.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Não se trata de um novo “gadget” tipo Ipod, a lançar pela Apple. Mas de uma profunda mudança de comportamento a adoptar por todos os portugueses, e mesmo, pela grande maioria dos europeus.<br />
<span id="more-1128"></span></p>
<p><br/></p>
<p>A enormidade da tarefa que espera todos &#8211; Dirigentes, Jornalistas e Políticos está expressa nos comentários dos visitantes do “site” do DE a um artigo intitulado “Depois da Grécia, Portugal é a grande ameaça do Euro”.</p>
<p><br/></p>
<p>Os comentários que revelam uma profunda ignorância da realidade económica e financeira internacional, transferem a responsabilidade do excesso de endividamento português (Estado, empresas, banca e particulares) para os “maus da fita” que são o FMI, o BCE, a União Europeia, os especuladores internacionais e evidentemente o Governo.</p>
<p><br/></p>
<p>Esquecendo uma verdade básica: “Em quase todo o Mundo Ocidental, e desde há cerca de 20 anos, prolongámos, graças ao endividamento, e aos benefícios do Estado Providência, a agradável Sociedade de Consumo”.</p>
<p><br/></p>
<p>Ora, tal como os particulares que se dirigem à DECO para solicitar ajuda para situações de sobre endividamento, também Portugal tem de recorrer ao BCE, UE e ao FMI para resolver o mesmo tipo de problemas ao nível nacional (Dívida Pública e Dívida Privada).</p>
<p><br/></p>
<p>De quem é a culpa?<br />
Obviamente de todos os que gastaram mais do que produziram e/ou receberam. E são muitos.<br />
Assim, podemos passar o tempo a apontar o dedo uns aos outros. Sem sucesso.</p>
<p><br/></p>
<p>Porque o mais importante é perguntar:<br />
Que soluções para esta dramática situação em que nos encontramos?</p>
<p><br/></p>
<p>No livro, de Finanças-Ficção, “O dia em que a França entra em falência”, são estudadas inúmeras soluções aos mais altos níveis internacionais que desaguam, inevitavelmente, em duas últimas propostas de decisão:</p>
<ul>
<li>Sair do euro com a correspondente desvalorização da nova moeda, provocando uma enorme e repentina quebra do poder de compra.</li>
<li>Adoptar, a todos os níveis, comportamentos (reparem que não digo medidas que são tomadas pelos “outros”), repito “comportamentos pessoais”, que diminuam os níveis de consumo, de importações, de despesa pública, etc.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Em suma passar, progressivamente mas com muita determinação da “Sociedade de Excesso de Consumo” à “Sociedade da Poupança”. Ou seja, “comprar” a ideia de adoptar um “Personnal PEC”.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Depósitos a prazo e emprestimos do Estado, ou Private Equity</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/depositos-a-prazo-e-emprestimos-do-estado-ou-private-equity-20100503.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/depositos-a-prazo-e-emprestimos-do-estado-ou-private-equity-20100503.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 10:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Axa]]></category>
		<category><![CDATA[Bank of America]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos de Pensões]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>
		<category><![CDATA[PPR de capital garantido]]></category>
		<category><![CDATA[private equity]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1121</guid>
		<description><![CDATA[
Recentemente um dos maiores seguradores mundiais, o francês AXA que, gerindo reformas, tem de ter uma visão de investimento a longo prazo, adquiriu ao  Bank of America uma carteira de 1,5 Mil M de Euros investidos em Fundos de “Private Equity” de Empresas não cotadas americanas.


A explicação para tal decisão, está essencialmente no regresso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Economy/chartsanalysis.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Recentemente um dos maiores seguradores mundiais, o francês AXA que, gerindo reformas, tem de ter uma visão de investimento a longo prazo, adquiriu ao  Bank of America uma carteira de 1,5 Mil M de Euros investidos em Fundos de “Private Equity” de Empresas não cotadas americanas.<br />
<span id="more-1121"></span></p>
<p><br/></p>
<p>A explicação para tal decisão, está essencialmente no regresso a uma normalização do desenvolvimento económico e da actividade das empresas não cotadas.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim como o seu preço, considerado atractivo depois das reestruturações que tiveram lugar nos últimos dois anos.</p>
<p><br/></p>
<p>Com efeito as Unidades de Participação de alguns Fundos de Private Equity, chegaram a transaccionar-se com uma desvalorização de 70%, dado o risco de falência de algumas empresas que os constituíam.</p>
<p><br/></p>
<p>Todavia a dispersão do risco nesses Fundos, faz com que as falências das suas empresas tenham atingido menos de 20% do total. E, as 80% que ficaram, não justificam hoje uma desvalorização dos Fundos de 70%.</p>
<p><br/></p>
<p>Ou seja, os Bancos obrigados por critérios mais rigorosos de solvabilidade, são obrigados a vender, por preços baixos, alguns dos seus investimentos.</p>
<p><br/></p>
<p>Os quais fazem todo o sentido nas Reservas das Seguradoras, ou ainda melhor dos Fundos de Pensões e PPR.</p>
<p><br/></p>
<p>Terão as seguradoras portuguesas e os seus clientes, o mesmo comportamento e visão de longo prazo? Não têm.</p>
<p><br/></p>
<p>Com efeito ao proporem aos seus clientes PPR de capital garantido têm de investir essencialmente em carteiras de obrigações, cujo reembolso está, em princípio, assegurado. Mas, estará mesmo? Os Empréstimos dos Estados são, hoje, de reembolso tão garantido?</p>
<p><br/></p>
<p>E se as taxas de juro continuarem a subir, as obrigações não se vão desvalorizar?</p>
<p><br/></p>
<p>Todas estas reflexões conduzem-me a uma sugestão pró-PEC (no último artigo falei em “personnal PEC” incitando cada português a dar uma contribuição pró-PEC): “Em todos os PPR deve haver uma percentagem crescente de 1% a 5% em Fundos de Private Equity Europeus”.<br />
É assim que haverá crescimento económico.</p>
<p><br/></p>
<p>Não com um mínimo de 50% de OT, como no PPR do Estado, para permitir manter a Despesa Pública em níveis aberrantes e de País subdesenvolvido.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os riscos inerentes ao crédito. Previna-se contra o aumento das taxas de juro</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/os-riscos-inerentes-ao-credito-previna-se-contra-o-aumento-das-taxas-de-juro-20100427.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/os-riscos-inerentes-ao-credito-previna-se-contra-o-aumento-das-taxas-de-juro-20100427.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 10:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigações]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimos hipotecários americanos]]></category>
		<category><![CDATA[Oje]]></category>
		<category><![CDATA[poder soberano]]></category>
		<category><![CDATA[rating]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quando se aborda com particulares o risco inerente às acções e/ou obrigações (títulos de crédito a Estados e títulos de propriedade de empresas) é evidente que a palavra &#8220;risco&#8221; é associada às acções, parecendo o crédito, em geral, ausente de riscos.


Tal deve-se fundamentalmente a dois factores:

As acções têm habitualmente uma forte volatilidade, isto é, oscilações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Planear/planear.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Quando se aborda com particulares o risco inerente às acções e/ou obrigações (títulos de crédito a Estados e títulos de propriedade de empresas) é evidente que a palavra &#8220;risco&#8221; é associada às acções, parecendo o crédito, em geral, ausente de riscos.<br />
<span id="more-1125"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Tal deve-se fundamentalmente a dois factores:</p>
<ul>
<li>As acções têm habitualmente uma forte volatilidade, isto é, oscilações diárias, semanais e por vezes mensais. Logo só no longo prazo (mais de 3 a 5 anos) se pode constatar a sua rentabilidade, bem superior às obrigações.</li>
<li>As obrigações, cujo mercado é de muito maior dimensão que o mercado de acções evoluem com menores oscilações e beneficiam da garantia de reembolso dos Estados.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Apesar desta “aparente tranquilidade” oferecida pelos empréstimos obrigacionistas, tem sido o risco de crédito que nos últimos tempos tem provocado crises e enormes preocupações quanto às capacidades de reembolso dos seus beneficiários:</p>
<ul>
<li>Particulares quanto aos empréstimos hipotecários americanos.</li>
<li>Empresas no que respeita á sua capacidade de reembolso de dúvidas em períodos de crise.</li>
<li>Bancos, afectados pela desvalorização dos títulos de crédito em carteira.</li>
<li>E, finalmente, os credores de melhor “rating”, os Estados, cuja capacidade de reembolso parece indiscutível dado o seu “poder soberano” de criarem receitas por via dos impostos.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Pessoalmente, tenho mais facilidade em analisar o risco das acções do que em gerir o risco obrigacionista.</p>
<p><br/></p>
<p>Então como apreciar hoje os riscos inerentes ao crédito?</p>
<ul>
<li>De lado dos particulares e mesmo das empresas que solicitaram créditos existe um enorme risco que é de 80% ou 90% dos portugueses terem um empréstimo hipotecário ou de empresas de longa duração em taxas variáveis.<br />
Ora as taxas de juro, sobre os quais são indexados, estão em níveis próximos do zero, que são os mais baixos nos últimos 60anos. Só podem subir e tal dar-se-á, em princípio, a partir do 2º semestre ou o mais tardar em 2011. Com a consequência inevitável do aumento do custo das prestações dos empréstimos.<br />
Assim, só há uma coisa a fazer e quanto antes :  Procurar converter empréstimos a taxas variáveis em empréstimos a taxas fixas. O que os bancos não gostam muito de fazer, mas se torna fundamental numa gestão das dívidas.</p>
<li>Resta abordar o problema do investimento em crédito (obrigações, seguro de vida e PPR). A maioria destes investimentos, são feitos a taxas fixas, mesmo que crescentes (entre 1 e 3,5%). Estas taxas crescentes antecipam precisamente a eventual, ou digo mesmo certa, subida das taxas de juro. Ora quando as taxas subirem, os antigos empréstimos ou depósitos (que são empréstimos aos bancos) vão-se desvalorizar. Assim a enorme tendência dos portugueses pelo investimento com rendimentos garantidos vai-se transformar em importante fonte de menor rendimento ou mesmo de menos-valias, se não puderem ou quizerem esperar pelo vencimento dos produtos de crédito.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p><strong>Como fugir a este risco?</strong></p>
<p><br/></p>
<p>Evidentemente procurando emprestar a taxas variáveis ou ainda melhor investir em carteiras ou fundos de acções.<br />
Uma última conclusão: As arbitragens acima referidas, se normais numa gestão profissional, não são acessíveis à maioria dos aforradores a quem falta a optimização do “timing” certo para as fazerem.</p>
<p><br/></p>
<p>Mas um produto como uma carteira mista acções /obrigações como um PPR gerido por um profissional, proporciona não só este serviço de gestão como consegue obter rentabilidades que nos últimos doze meses atingem valores superiores a 20%.</p>
<p><br/></p>
<p>Tem de procurar tais profissionais e confiar-lhes a gestão da sua poupança. E não “comprar produtos”</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.oje.pt/pesquisa.aspx?TextoPesquisaNoticias=optimize&#038;imageField.x=13&#038;imageField.y=10">A Optimize no jornal Oje</a></li>
</ul>
<p>© Oje e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>optimismo nos mercados no 2 trimestre</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/optimismo-nos-mercados-no-2-trimestre-20100419.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/optimismo-nos-mercados-no-2-trimestre-20100419.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 10:46:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Airtel]]></category>
		<category><![CDATA[Canon]]></category>
		<category><![CDATA[China Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Comgest]]></category>
		<category><![CDATA[Danone]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Grega]]></category>
		<category><![CDATA[Essilor]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-François Canton]]></category>
		<category><![CDATA[Jonhson &  Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Medtronic]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[MTN]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
		<category><![CDATA[Pepsi]]></category>

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		<description><![CDATA[
Embora com um impacto epidérmico nos mercados europeus a crise da Dívida Grega deve ser considerada, de momento, resolvida e não impedir de “olharmos mais longe” a nível mundial.


Com efeito e depois de um crescimento mundial de 5% em média anual entre 2004 e 2007 convém ter em conta os seguintes factos :

Foi consentido um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Wordconcepts/focus.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Embora com um impacto epidérmico nos mercados europeus a crise da Dívida Grega deve ser considerada, de momento, resolvida e não impedir de “olharmos mais longe” a nível mundial.<br />
<span id="more-1118"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Com efeito e depois de um crescimento mundial de 5% em média anual entre 2004 e 2007 convém ter em conta os seguintes factos :</p>
<ul>
<li>Foi consentido um enorme esforço pelas Finanças Públicas de todos os países para impedir a falência da banca e evitar a consequente deflação.</li>
<p><Li>Nos próximos anos haverá uma manutenção das Dívidas Públicas a um nível sustentável, ou seja, inferior a 90% do PIB, pois acima deste nível há uma perda inevitável de crescimento económico. Este parece ter regressado timidamente aos principais países, desconhecendo-se o impacto do crescimento dos países emergentes no resto do Mundo.</li>
<li>Embora se verifiquem algumas revisões em alta de taxas de juro (Austrália, Índia, Malásia e provavelmente Brasil) as taxas do FED e do BCE só deverão “mexer” no início de 2011, mantendo-se a política de “quantitative easing”.</li>
<li>A resolução da crise grega e a possível valorização do yuan chinês constituem factores de encorajamento para a compra da “activos de risco”.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Com efeito, o aumento dos lucros das empresas, devido às suas reestruturações, será agora acompanhado de aumentos das vendas e os PER previsionais de 12 a 15 segundo os mercados com taxas de juro baixas e estáveis “ convidam” a continuar a assumir uma posição de sobreponderação da componente accionista nas carteiras, pelo menos no 2º Trimestre</p>
<p><br/></p>
<p>Todavia, às “apostas cegas”, embora rentáveis, em 2009 nos títulos que mais tinham baixado em 2008, o Presidente da Comgest Jean-François Canton, guru bem conhecido na Europa, prefere em 2010 os seguintes motores de crescimento:</p>
<ul>
<li>A expansão das despesas em novas tecnologias (35%): Microsoft, Oracle,  Canon</li>
<li>O desenvolvimento dos mercados emergentes (30%) : China Mobile, Airtel, MTN</li>
<li>O envelhecimento da população (20%): Essilor, Jonhson &#038;  Johnson e Medtronic</li>
<li>A emergência de líderes mundiais (15%): Pepsi, Danone, Fast Retailing.</li>
</ul>
<p>De notar que os títulos acima são meras sugestões exemplificativas e de modo algum recomendações de investimento.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Não à poupança prisoneira</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/nao-a-poupanca-prisoneira-20100412.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/nao-a-poupanca-prisoneira-20100412.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 10:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sempre utilizei como método de análise e observação da concorrência e mesmo dos comerciais da minha empresa, o do “cliente mistério”.


O excelente trabalho de duas jornalistas  do DE – Alexandra Brito e Catarina Melo – publicado no site DE em 30/03, permite-me observar, sem custos e sem trabalho, a resposta de 11 balcões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/writing.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Sempre utilizei como método de análise e observação da concorrência e mesmo dos comerciais da minha empresa, o do “cliente mistério”.<br />
<span id="more-1115"></span></p>
<p><br/></p>
<p>O excelente trabalho de duas jornalistas  do DE – Alexandra Brito e Catarina Melo – publicado no site DE em 30/03, permite-me observar, sem custos e sem trabalho, a resposta de 11 balcões de Bancos Portugueses à questão de como investir 10.000 Euros. E aos leitores-investidores retirar algumas conclusões que antecipo:</p>
<p><br/></p>
<p>1 – A maior parte dos Bancos aconselhou produtos que “se encontravam em campanha”. Só por acaso o “timing” da campanha temporária e as características do produto se adaptavam às necessidades e objectivos do potencial investidor. Quando comecei a trabalhar, em 1964, a primeira coisa que aprendi foi o conceito da palavra “marketing”.</p>
<p><br/></p>
<p>Verifico com espanto que algumas prestigiadas instituições ainda são “production-oriented”. Ainda bem, para a concorrência. </p>
<p><br/></p>
<p>2 – O produto mais aconselhado foi o “Depósito de Taxa Crescente” muito apregoado por um famoso futebolista/consultor financeiro, que sucedeu ao também excelente Luís Figo nesta dupla profissão.</p>
<p><br/></p>
<p>Talvez por inveja de os consultores financeiros não poderem igualmente transformar-se em famosos futebolistas, chamo a atenção para o facto de “manter a poupança prisioneira” num período de muito provável, para não dizer inevitável, alta das taxas de juro, pode constituir um elevado prejuízo de remuneração.</p>
<p><br/></p>
<p>3 – De igual modo, e apesar dos avisos da CMVM, referidos no Estudo, os famosos “produtos estruturados” com prazos e estruturas variáveis, faziam parte de várias propostas. Evidentemente com o capital garantido. O qual, como já expliquei é pago com a inexistência de remuneração, a qual é substituída pelo resultado (de, por vezes fraca probabilidade segundo a CMVM) da estrutura (índice, acções, etc).</p>
<p><br/></p>
<p>Mas o que me pareceu mais estranho é que sendo as autoras do Estudo jovens economistas, cujo visual as distingue perfeitamente das suas avós, logo com toda a vida à sua frente para recuperarem alguma perda de curto prazo, não lhes tenham proposto um Fundo com alguma dose de risco (55% de Acções como nos PPR) e total liquidez, sem penalizações, as quais foram recentemente abolidas.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim,  e como no Maio de 68, proponho:”Avós e netas: même combat – Abaixo a poupança prisioneira”…</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Europa: para além do Euro</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/europa-para-alem-do-euro-20100329.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/europa-para-alem-do-euro-20100329.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 08:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[CAC 40]]></category>
		<category><![CDATA[Dax]]></category>
		<category><![CDATA[Euro Dolar]]></category>
		<category><![CDATA[Europa de Leste]]></category>
		<category><![CDATA[Europa do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[PSI 20]]></category>
		<category><![CDATA[rating Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Suiça]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Euro]]></category>

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		<description><![CDATA[
A posição dos países da Zona Euro relativamente aos seus parceiros mais endividados tem sido objecto de inúmeras considerações. Com uma consequência favorável para a nossa moeda que é a sua desvalorização de 2,7% nos últimos cinco dias. E com previsões de continuar a descer para Euro/Dólar a 1,20 e mesmo para a paridade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Markets/hundredeuro.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
A posição dos países da Zona Euro relativamente aos seus parceiros mais endividados tem sido objecto de inúmeras considerações. Com uma consequência favorável para a nossa moeda que é a sua desvalorização de 2,7% nos últimos cinco dias. E com previsões de continuar a descer para Euro/Dólar a 1,20 e mesmo para a paridade de 1,0  Euro/Dólar à distância de um a dois anos.<br />
<span id="more-1110"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Alguma inflação importada, logo menos consumo, mas um “balão de oxigénio” para as nossas exportações. Isto é, o que precisamos para recuperar a competitividade da nossa economia e os lucros das nossas empresas exportadoras.</p>
<p><br/></p>
<p>Este excesso de atenção à Zona Euro, distraiu-nos do “resto da Europa” e do Mundo, cujas moedas e Bolsas se têm valorizado desde o início do ano, com comportamentos bem melhores que o DAX, o CAC e o PSI 20.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim distingamos três zonas da Europa para além da Zona Euro:</p>
<ul>
<li>A Europa de Leste, considerada emergente, com salários que lhe permitem uma competitividade superior à portuguesa, e cujos Fundos de Acções obtiveram uma rentabilidade média de 11,2% desde o início do ano.</li>
<li>A Europa do Norte, cuja disciplina orçamental e cívica tem permitido a manutenção de níveis de produtividade e de déficites, assim como um bom nível das exportações, permitindo aos seus Fundos de Acções a apresentação de “performances” médias de 11,9% no mesmo período.</li>
<li>Finalmente a “neutra” Suiça que apesar dos seus “bad banks”, tem conseguido ultrapassar as suas dificuldades graças às suas estrelas da Bolsa e à valorização da sua moeda, obtendo o índice SMI uma rentabilidade de +5%. Idêntica à obtida pelo índice da Bolsa britânica.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Assim, constitui alguma perda de tempo, falar continuamente na “nossa crise”, em prejuízo de uma realidade exterior bem mais risonha, mas que “não espera por nós”.</p>
<p><br/></p>
<p>No preciso momento em que escrevo este artigo, tomo conhecimento da degradação, já prevista, do “rating” da República Portuguesa para AA-.Com a inevitável baixa do PSI 20.</p>
<p><br/></p>
<p>Ou seja, não é “dando voltas ao Marquês de Pombal” a “ruminar na nossa crise” que se gerem, hoje,  patrimónios do Séc XXI. A visão tem de ser internacional. Como no tempo do Infante Dom Henrique…</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.optimize.pt/blog/europa-para-alem-do-euro-20100329.html/feed</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Os paraisos fiscais em Portugal</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/os-paraisos-fiscais-em-portugal-20100322.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/os-paraisos-fiscais-em-portugal-20100322.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 09:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro das Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[perdão fiscal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1108</guid>
		<description><![CDATA[Acerca da extensão do perdão fiscal em caso de repatriamento de capitais de empresas, provenientes de “paraísos fiscais”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Countries/economyofportugal.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
A extensão do perdão fiscal em caso de repatriamento de capitais de empresas, provenientes de “paraísos fiscais”, veio lembrar idêntica medida já em vigor. até 16 de Dezembro, para os particulares.<br />
<span id="more-1108"></span></p>
<p>Um comentador económico radiofónico, afirmou que esta generosa medida do Ministro das Finanças, não irá ter êxito.</p>
<p><br/></p>
<p>Talvez que em vez de uma taxa simbólica de 5% se devesse ir para a exoneração total de tributação.</p>
<p><br/></p>
<p>Talvez os “medos” do Fisco, da saída de Portugal do Euro, da situação económica portuguesa, do 25 de Abril, etc, consigam ultrapassar o lado lógico desta medida. Sobretudo em pessoas mais idosas, que são recebidas nos Aeroportos de Zurich ou Genève por um “chauffeur”  fardado que as transporta até à Sede do Banco, em Rolls-Royce, onde uma  “hotesse” lhes serve um chá em bonitas chávenas de Sèvres.</p>
<p><br/></p>
<p>Mas não imaginam quanto custa este “serviço”…</p>
<p><br/></p>
<p>Passo a descrever  um exemplo real de cliente de um dos mais importantes Bancos Suiços, que em 2009 teve uma rentabilidade de 0% (sim, 0% num dos melhores anos de Bolsa dos últimos 50 anos) depois de uma “performance” de menos 30%no ano de 2008, a quem se propunha a assinatura de um novo contrato de gestão:</p>
<ul>
<li>1 – O contrato de gestão discricionária permitia ao cliente a escolha do perfil de risco. O que no caso concreto foi a segunda opção menos arriscada de “Income”.  Como o contrato era em inglês e o cliente não conhecia aquela língua traduza-se para  “ Rendimento”. O que pressupõe uma carteira constituída por Depósitos, Obrigações e algumas Acções de dividendo elevado.</li>
<li>2 – Todavia no artigo seguinte havia sete alíneas, enumerando  todos os títulos em que o reputado Banco estava autorizado a investir. E aqui entrava-se no “Inferno do Risco” que é um anexo do Paraíso Fiscal” para clientes medrosos. Havia todos os produtos derivados possíveis, que,  em caso de “correr mal”, poderiam levar o cliente à miséria. Produtos obviamente fabricados pelo Banco e com “chorudas” comissões para o Banco.</li>
<li>3 – Mas há mais: Cada transacção em Bolsa custa a módica quantia de 1,9% (sim, é por cento) ou seja treze vezes mais que o praticado em Portugal.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Então o que fazer?</p>
<ul>
<li>1 – Aderir à proposta de Teixeira dos Santos . 5% de “coima” corresponde a uma compra-venda na Suiça.</li>
<li>2 – Subscrever um PPR com rentabilidade de superior a 20%, nos últimos doze meses (aproveitando a exoneração fiscal sobre rendimentos e mais valia durante a sua vigência) e a fiscalidade  reduzida a 8% no final. Há que descobri-los.</li>
<li>3 –Incitar  os “sobrinhos” das “tias” de Cascais a impedi-las de ir à Suiça. Oferecendo-lhes  um chá  na Garret  do Estoril. Para a herança não ser delapidada…</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O fim da especulação sobre dívida pública?</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/o-fim-da-especulacao-sobre-divida-publica-20100310.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/o-fim-da-especulacao-sobre-divida-publica-20100310.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 10:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[CDS]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[dívida pública]]></category>
		<category><![CDATA[Durão Barroso]]></category>
		<category><![CDATA[Especulação]]></category>
		<category><![CDATA[mercados derivados]]></category>
		<category><![CDATA[short selling]]></category>
		<category><![CDATA[venda a descoberto]]></category>

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		<description><![CDATA[A Europa quer regulamentar os mercados derivados e as práticas especulativas de venda a descoberto, nomeadamente de dívida pública. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Industries/defenseindustry2.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Bruxelas quer proibir a especulação nos derivados de dívida soberana, ou seja, proibir e punir as vendas do tipo “naked short selling” de CDS (Credit Default Swaps) de dívida pública.</p>
<p><span id="more-1100"></span></p>
<p>Os especuladores, que já foram muito apontados como –parcialmente- responsáveis da recente crise grega, apostaram de facto massivamente na futura falta de pagamento por parte de Estados da União Europeia, sem sequer deter obrigações dos Estados sub-jacentes.</p>
<p><br/></p>
<p>Segundo as declarações feitas ontem por José Manuel Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, esta vai estudar com muito atenção a pertinência de uma proibição. Assim sendo, Michel Barnier, Comissário dos Serviços Financeiros anunciou que tomará antes do verão uma iniciativa para enquadrar as vendas puramente especulativas “naked”, quer seja no mercado dos CDS sobre dívida soberana, quer seja do lado das vendas a descoberto de acções.</p>
<p><br/></p>
<p>Em paralelo da preparação destas medidas, um regulamento aplicável a todos os países membros da união deveria ser apresentado à comissão no mês de Junho, com o objectivo de reforçar a transparência e harmonização dos preços nos mercados derivados.</p>
<p><br/></p>
<p>Umas iniciativas muito esperadas pelos Estados Membros da União, nestas circunstancias de crise, em que alguns ficaram verdadeiramente destabilizados por causa de ofensivas puramente especulativas.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Optimize 2010</p>
<p>Fonte: Les Echos</p>
<p><br/></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.optimize.pt/blog/o-fim-da-especulacao-sobre-divida-publica-20100310.html/feed</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Soros: ataque ao Brown e ajuda a Socrates</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/soros-ataque-ao-brown-e-ajuda-a-socrates-20100308.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/soros-ataque-ao-brown-e-ajuda-a-socrates-20100308.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 16:54:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[Euro Dolar]]></category>
		<category><![CDATA[George Soros]]></category>
		<category><![CDATA[Hedge Funds]]></category>
		<category><![CDATA[Socrates]]></category>
		<category><![CDATA[Soros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1096</guid>
		<description><![CDATA[Assim, no início de Fevereiro reuniram-se em Nova-Iorque um conjunto de gestores de “hedge-funds” sob a égide de George Soros (o que ganhou muitos milhares de milhões com a queda da Libra). A estratégia a pôr em prática era a de fazer deslizar o euro até um nível de paridade com o dólar. Esta operação, díficil de implementar, poderia todavia contribuir para melhorar a competitividade das exportações da economia europeia, a qual deverá recuperar mais lentamente que a americana, deixando a Europa, face a mais problemas que antes da crise, apesar da moeda forte.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Noticias/Businessnewspaper.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Ao procurarem “manter em segredo” relativamente ao exterior, a verdadeira situação da Economia e das Finanças portuguesas, alguns políticos têm dado fortes provas da sua iliteracia financeira, sobre o nível das informações que circulam nos mercados e a rapidez da sua transmissão.<br />
<span id="more-1096"></span></p>
<p>Assim, no início de Fevereiro reuniram-se em Nova-Iorque um conjunto de gestores de “hedge-funds” sob a égide de George Soros (o que ganhou muitos milhares de milhões com a queda da Libra).</p>
<p><br/></p>
<p>A estratégia a pôr em prática era a de fazer deslizar o euro até um nível de paridade com o dólar. Ou seja menos cerca de 30%. Com inevitável forte aumento das taxas de juro.</p>
<p><br/></p>
<p>Dada a elevada dimensão do mercado Euro/Dolar seria necessário alavancar o investimento vinte vezes, ou seja, encontrar  financiamento  de 100M de USD para cada 5MUSD de fundos próprios investidos na operação especulativa.. O que não me parece nada evidente, tendo em conta o peso dos adversários (Trichet, Merkel, Sarkozy, etc) e as óbvias dificuldades do financiamento.</p>
<p><br/></p>
<p>Esta operação poderia todavia contribuir para melhorar a competitividade das exportações da economia europeia, a qual deverá recuperar mais lentamente que a americana, deixando a Europa, face a mais problemas que antes da crise, apesar da moeda forte.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim, parece que Sócrates cujo OGE e PEC, assentam na melhoria do crescimento económico e não na redução da Despesa Pública, poderá ser “apoiado” por Soros e pelos outros “malandros” dos “hedge-funds”.</p>
<p><br/></p>
<p>Como não creio nesta hipótese, resta assim àqueles, virarem-se para “o elo mais fraco” ou seja para a libra inglesa. Cuja fragilidade se deve à menor dimensão das suas reservas de divisas e ao facto de não ter aceite integrar o Euro.</p>
<p><br/></p>
<p>Além de que a situação da economia inglesa, assim como da espanhola, é considerada mais grave tendo em conta a dimensão dos défices daqueles países. </p>
<p><br/></p>
<p>Então o perigo estará afastado? Não. Se não apresentarmos medidas convincentes de forte diminuição das nossas Despesas Públicas, seremos penalizados ao nível do “rating” logo de todas as taxas de juro a pagar interna e externamente.</p>
<p><br/></p>
<p>“Malvados especuladores” …</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Não aos produtos estruturados</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/nao-aos-produtos-estruturados-20100301.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/nao-aos-produtos-estruturados-20100301.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 10:13:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[CMVM]]></category>
		<category><![CDATA[DepÃ³sito a prazo]]></category>
		<category><![CDATA[índices]]></category>
		<category><![CDATA[Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Petroléo]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Estruturados]]></category>

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		<description><![CDATA[A CMVM anunciou a próxima publicação de um novo Regulamento sobre Produtos Estruturados os quais, nos últimos anos, substituíram parcialmente os clássicos Depósitos a Prazo. A realidade observada pela CMVM é bem diferente, pois o rendimento médio destes produtos tem sido de 0,59%, logo inferior aos Depósitos a Prazo com que foram confundidos, sendo que “os cenários mais optimistas de rentabilidade, têm uma probabilidade de ocorrência muito baixa em alguns casos próxima de zero”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/cuidado.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
A CMVM anunciou a próxima publicação de um novo Regulamento sobre Produtos Estruturados os quais, nos últimos anos, substituíram parcialmente os clássicos Depósitos a Prazo. Com o objectivo de ultrapassar a baixa das taxas de juro.<br />
<span id="more-1092"></span></p>
<p>Para tal os Bancos emissores recorreram, no essencial, a duas técnicas de marketing:</p>
<ul>
<li>A promessa do “capital garantido” respondendo à aversão ao risco de muitos investidores e à convicção de que “O que é garantido é bom”.</li>
<li>A técnica da associação com um activo de alto risco que esteja na moda (petróleo, ouro, um índice de Bolsa importante, ou um pacote de acções de multinacionais famosas) que permitirá “jogar na Bolsa” sem risco. O desejo de todo o investidor.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>A realidade observada pela CMVM é bem diferente, pois o rendimento médio destes produtos tem sido de 0,59%, logo inferior aos Depósitos a Prazo com que foram confundidos, sendo que “os cenários mais optimistas de rentabilidade, têm uma probabilidade de ocorrência muito baixa em alguns casos próxima de zero”.</p>
<p><br/></p>
<p>Todavia, a CMVM pretende, e muito justamente, obrigar os emissores (Bancos de Investimento) a definir o nível de probabilidade desses eventuais ganhos. Os quais, nos últimos anos se têm situado num valor médio de 0,59%, porque segundo o Presidente da CMVM “os cenários mais optimistas têm uma probabilidade de ocorrência muito próxima de zero“.</p>
<p><br/></p>
<p>Porque razões são estes produtos comercializados?</p>
<p><br/></p>
<p>Porque para garantir um capital de 100% do investimento, ao fim de oito anos, por exemplo, basta com a taxa de juro actual de 4,6% dispor de um capital de 70%.</p>
<p><br/></p>
<p>Ou seja, sobram 30% do investimento para pagar o custo dos derivados que melhorarão o rendimento, mas sobretudo as comissões de gestão do Banco de Investimento e as comissões de comercialização dos Bancos Comerciais. Isto é, são altamente mais rentáveis do que os Depósitos a Prazo. Sobretudo se num mesmo Grupo Financeiro co-existirem Bancos de Investimento, Bancos Comerciais e Seguradoras….</p>
<p><br/></p>
<p>Duas soluções para este problema para além da que está em análise:</p>
<ul>
<li>A criação de mais entidades gestoras independentes.</li>
<li>A re-implementação de legislação instituindo uma verdadeira “Muralha da China” entre os diferentes actores do mercado financeiro. O G20 parece que está a pensar nisso… mas, entretanto, não subscreva.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sociedade de Confiança: precisa-se</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/sociedade-de-confianca-precisa-se-20100215.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/sociedade-de-confianca-precisa-se-20100215.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 08:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Alain Peyrrefitte]]></category>

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		<description><![CDATA[Para além da análise fundamental e da análise técnica, muitos investidores consideram que a psicologia dos mercados é factor fundamental da sua evolução. As cinco palavras fundamentais para o desenvolvimento económico dum país ou duma empresa: Cultura, Carisma, Consensos, Crença e, sobretudo: Confiança

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/businessagreement.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Para além da análise fundamental e da análise técnica, muitos investidores consideram que a psicologia dos mercados é factor fundamental da sua evolução.<br />
A evolução deste ano das Bolsas Mundiais prova bem que, em determinados momentos, de nada vale a apresentação de bons resultados, nem anúncios optimistas sobre a crise.<br />
<span id="more-1064"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Quem tiver oportunidade de ler dois livros “A sociedade de confiança” e “Os milagres em economia”, de Alain Peyrrefitte, concordará com o autor que existem cinco palavras fundamentais para o desenvolvimento económico dum país ou duma empresa. Assim:</p>
<ul>
<li>
1 – Um elevado nível de <strong>CULTURA</strong>, de conhecimento, é fundamental para um arranque mais rápido do crescimento económico global. Este aspecto tem sido considerado em Portugal, mas demora gerações a obter.</li>
<li>2 – Só um líder com elevado <strong>CARISMA</strong> consegue convencer os seus “subordinados” da necessidade de realizarem os esforços e sacrifícios necessários à recuperação das economias.</li>
<li>3 – Para obter esse carisma os lideres têm de beneficiar de um elevado grau de <strong>CONFIANÇA</strong>. As primeiras páginas de todos os jornais portugueses não têm ajudado neste sentido. Sem culpa dos jornalistas…</li>
<li>4 – É o carisma e a confiança na liderança que permitem gerar os <strong>CONSENSOS</strong> para que todos “remem no mesmo sentido”.</li>
<li>5 – É a partir destes citados requisitos que nasce a <strong>CRENÇA</strong> que vale a pena fazer os sacrifícios e os esforços que tal “arranque da economia” exige.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Depois de um arranque auspicioso no início do ano os actores dos mercados financeiros alertados pelo elevado nível de deficit e de endividamento dos países da Europa do Sul perderam a CONFIANÇA nos Governos, nos Bancos, na União Europeia, na capacidade das empresas em “recuperar da crise” e mesmo na capacidade dos países do Sul em se manterem no Euro.</p>
<p><br/></p>
<p>Declarações de que a Europa do Norte estaria disponível para ajudar as finanças do Sul permitiram a recuperação dos mercados e, nomeadamente, dos sectores mais afectados pela mini-crise: Bancos e Seguros. Onde acho que se pode investir a curto-prazo.</p>
<p><br/></p>
<p>Se esta manifestação de CONFIANÇA é importante temos agora de realizar o “trabalho de casa”. E neste aspecto o CARISMA do 1º Ministro é fundamental.</p>
<p><br/></p>
<p>Esperemos que o voluntarismo e o “jeito” para o lugar que tem demonstrado sejam suficientes para “vender” a nossa capacidade de recuperação económica e financeira nos mercados internacionais.</p>
<p><br/></p>
<p>Esperemos igualmente que os Portugueses em geral o ajudem não desencadeando “guerras reivindicativas inúteis” que só servirão para aumentar os “spreads” das taxas de juro que quase todos têm de pagar.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E preciso salvar o soldado Teixeira dos Santos</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/e-preciso-salvar-o-soldado-teixeira-dos-santos-20100201.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/e-preciso-salvar-o-soldado-teixeira-dos-santos-20100201.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Agencias de rating]]></category>
		<category><![CDATA[CDS]]></category>
		<category><![CDATA[Certificados de Aforro]]></category>
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		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[IRS]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamemto 2010]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Seguros de Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Teixeira dos Santos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não é meu objectivo fazer qualquer análise adicional ao Orçamento de 2010, mas presumo que vai ser impossível a Teixeira dos Santos agradar a “gregos e troianos”, nacionais e internacionais.


Para estes, os nossos credores (FMI, BCE entre outros) e observadores (OCDE e Agências de Rating) o importante é a nossa capacidade futura em “ir pagando”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/safetyemergency.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Não é meu objectivo fazer qualquer análise adicional ao Orçamento de 2010, mas presumo que vai ser impossível a Teixeira dos Santos agradar a “gregos e troianos”, nacionais e internacionais.<br />
<span id="more-1057"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Para estes, os nossos credores (FMI, BCE entre outros) e observadores (OCDE e Agências de Rating) o importante é a nossa capacidade futura em “ir pagando”, pelo menos, os juros do Stock de Dívida Pública e Privada emitida. A qual já ascende a cerca de 125% do PIB, nível a partir do qual existe uma penalização automática quer dos níveis de “spread” acima das taxas alemãs (cerca de 1% contra 3,2% para a Grécia) quer do preço dos CDS, ou seja, dos Seguros de Crédito que poderão ser subscritos para garantir o cumprimento, atempado, do pagamento da nossa Dívida Pública e Privada.</p>
<p><br/></p>
<p>Como foi possível chegarmos a este nível de endividamento?</p>
<p><br/></p>
<p>Em minha opinião existe uma única causa: A “miragem” transmitida pelo Euro, ou seja, pelo acesso a uma moeda forte que beneficia de taxas de juro muito baixas e pelo sentimento que a União Europeia não nos deixa cair.</p>
<p><br/></p>
<p>Do que resultaram comportamentos laxistas de todos os agentes económicos:</p>
<ul>
<li>O Estado que se tornou perdulário quer em volume de obras públicas, quer na contratação de funcionários;</li>
<li>Os empresários que quiseram ser capitalistas sem capitais recorrendo a empréstimos, o que sendo uma alavancagem normal e mesmo saudável não pode ser excessiva;</li>
<li>Os particulares que consideraram que o Euro lhes dava acesso à riqueza europeia sem participarem na sua criação, consumindo mais do que produzem;</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Então o que será possível a cada um de nós fazer para “Salvar o Soldado Teixeira dos Santos”, isto é, nós próprios:</p>
<ul>
<li>1 – Subscrever “Certificados de Aforro” erradamente considerados sem interesse pelos Técnicos dos Ministério das Finanças. Erradamente, pois são um produto com taxa variável e de curto prazo, acompanhando portanto a inevitável inflação;</li>
<li>2 – Poupar no consumo inútil e sobretudo adiável por um ou dois anos, ou seja, o consumo de bens duradouros;</li>
<li>3 – Dar preferência ao “consumo patriótico”, ou seja, aos produtos “Made in Portugal”;</li>
<li>4 – Diminuir a Despesa Pública inútil a qual é demasiado evidente;</li>
<li>5 – Proceder a uma “amnistia fiscal” para o repatriamento de contas no estrangeiro de modo a diminuir o saldo da Balança de Pagamentos.</li>
<p>Como conclusão, admitir que o tempo da Sociedade de Consumo acabou em 2009.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.optimize.pt/blog/e-preciso-salvar-o-soldado-teixeira-dos-santos-20100201.html/feed</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Dos melhores PPR do mercado, a gama Optimize Capital Reforma</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/os-melhores-ppr-do-mercado-a-gama-optimize-capital-reforma-20100107.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/os-melhores-ppr-do-mercado-a-gama-optimize-capital-reforma-20100107.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 15:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Melhores PPR do Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Optimize Capital Reforma PPR]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=992</guid>
		<description><![CDATA[Os melhores PPR do mercado são os geridos pela Optimize Investment Partners, já, um ano após a sua criação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="width: 105px; height: 80px;" src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/champion.png" alt="Image" hspace="6" align="left" />Os PPR geridos pela Optimize Investment Partners acabaram o ano de 2009, nos melhores lugares do mercado nas suas respectivas categorias.</p>
<p><span id="more-992"></span></p>
<p> </p>
<p><strong>Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado, nº3 dos PPR de categoria C (15% a 35% de acções)</strong></p>
<p>Entre 31 de Dezembro de 2008 e a mesma data de 2009, o fundo Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado registou uma rentabilidade de 13,2%.</p>
<p>Em média, no mesmo período, segundo os dados publicados no site do APFIPP, os fundos PPR dessa categoria obtiveram uma rendibilidade de 9,1%.</p>
<p> </p>
<p><strong>Optimize Capital Reforma PPR Acções, nº2 dos PPR de categoria D (35% a 55% de acções)</strong></p>
<p>Por seu lado, o Optimize Capital Reforma Acções ficou no segundo lugar entre os fundos que investem entre 35% e 55% em acções, acumulando uma rentabilidade de 15,8% naquele período.</p>
<p>Em média, no mesmo período, os fundos PPR dessa categoria obtiveram uma rendibilidade de 12,2%, segundo os dados do APFIPP.</p>
<p> </p>
<p>Não hesite em contactar-nos para mais informações: linha Optimize 213 136 230, mail Optimize info @ optimize.pt</p>
<p> </p>
<p><strong>Saber mais:</strong></p>
<ul>
<li><a title="PPR Optimize" href="http://www.optimize.pt/Planos-Poupanca-Reforma.html">Apresentação dos PPR Optimize Capital Reforma</a></li>
<li><a title="Subscrever PPR" href="http://www.optimize.pt/subscrever.html">Subscrever os PPR Optimize Capital Reforma</a></li>
<li><a title="Transferir PPR" href="http://www.optimize.pt/subscrever.html">Transferir o seu PPR para a gama Optimize Capital Reforma PPR</a></li>
<li><a title="Cotações PPR" href="http://www.optimize.pt/Mercados-Cotacoes-Fundos-Optimize.html">Cotações dos PPR Optimize</a></li>
</ul>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&amp;id=389209">No jornal de Negócios online: “O produto de poupança reforma da Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado “lidera a categoria”, com uma rentabilidade de 11,3% num ano, uma “performance” justificada pelas apostas certeiras durante a crise”</a></li>
</ul>
<p align="justify"><strong>Informação ao investidor</strong></p>
<p>As rendibilidades divulgadas representam dados passados e não constituem uma garantia de rendibilidade futura. O valor das unidades de participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 6 (risco máximo).</p>
<p>Optimize Capital Reforma PPR Acções e Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado são dois fundos de investimento mobiliários, cujos prospectos completos e simplificados se encontram disponíveis nas entidades comercializadoras.</p>
<p>As taxas de rendibilidade mencionadas são anualizadas, líquidas de comissão de gestão e de depósito, de custos de auditoria e de taxa de supervisão.</p>
<p>Em 2009, o nível de risco do fundo Optimize Capital reforma PPR Acções foi de 3 e o nível de risco do fundo Optimize Capital reforma PPR Equilibrado foi de 2.</p>
<p> </p>
<p>© Optimize 2009</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.optimize.pt/blog/os-melhores-ppr-do-mercado-a-gama-optimize-capital-reforma-20100107.html/feed</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Os PPR da Optimize, dos melhores nas suas categorias em 2009</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/os-ppr-da-optimize-melhores-das-suas-categorias-desde-a-criacao-20100104.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/os-ppr-da-optimize-melhores-das-suas-categorias-desde-a-criacao-20100104.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 17:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Planos Poupança Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=944</guid>
		<description><![CDATA[Os PPR da Optimize, melhores das suas categorias desde a criação, graças a política de gestão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="width: 105px; height: 80px;" src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/champion.png" alt="Image" hspace="6" align="left" />A politica de investimento da Optimize permitui obter boas rendibilidades em 2009, fazendo com que os seus dois PPR permaneçam líderes nas suas categorias, no panorama nacional. O PPR Optimize Capital Reforma Equilibrado, e Optimize Capital Reforma Acções ocupam o terceiro e segundo lugar do ranking, nas categorias C e D, respectivamente, de 31 de Dezembro de 2008 até 31 de Dezembro de 2009.</p>
<p><span id="more-944"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Em 2009, o <strong>PPR Optimize Capital Reforma Equilibrado obteve uma rendibilidade de + 12,3%</strong> e ocupa então o terceiro lugar da categoria C (15% a 35% de acções), com uma performance melhor da dos congéneres.</p>
<p><br/></p>
<p>Quanto ao <strong>PPR Optimize Capital Reforma, com uma rendibilidade de +15,8%</strong>, ocupa a segunda posição do ranking na categoria D (até 55% de acções).<br />
Não hesite em contactar-nos para mais informações: linha Optimize 213 136 230, mail Optimize info @ optimize.pt</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Saber mais:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Subscrever PPR" href="http://www.optimize.pt/Planos-Poupanca-Reforma.html">Apresentação dos PPR Optimize Capital Reforma</a></li>
<li><a title="Subscrever PPR" href="http://www.optimize.pt/subscrever.html">Subscrever os PPR Optimize Capital Reforma</a></li>
<li><a title="Transferir PPR" href="http://www.optimize.pt/subscrever.html">Transferir o seu PPR para a gama Optimize Capital Reforma PPR</a></li>
<li><a title="Cotações PPR" href="http://www.optimize.pt/Mercados-Cotacoes-Fundos-Optimize.html">Cotações dos PPR Optimize</a></li>
</ul>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Os pensionistas de 2009 sofrerao uma diminuição em 1.32% da reforma" href="http://www.optimize.pt/blog/os-pensionistas-de-2009-sofrerao-uma-diminuicao-em-132-da-reforma-20090604.html">Os pensionistas de 2009 sofrerao uma diminuição em 1.32% da reforma</a></li>
<li><a title="Como transferir um PPR?" href="http://www.optimize.pt/blog/como-transferir-um-ppr-20090520.html">Como Transferir um PPR ?</a></li>
<li><a title="Reformas em Portugal: o que diz a OCDE" href="http://www.optimize.pt/blog/reformas-em-portugal-o-que-diz-a-ocde-20090311.html">Reformas em Portugal: o que diz a OCDE</a></li>
<li><a title="PPR: um paraiso fiscal" href="http://www.optimize.pt/blog/ppr-um-paraiso-fiscal-20090309.html">PPR: um paraiso fiscal</a></li>
<li><a title="Os homens de poder investem em PPR" href="http://www.optimize.pt/blog/os-homens-de-poder-investem-em-ppr-20090210.html">Os homens de poder investem em PPR</a></li>
<li><a title="O seu PPR em 2009" href="http://www.optimize.pt/blog/o-seu-ppr-em-2009-20090112.html">O seu PPR em 2009</a></li>
</ul>
<p>© Optimize 2009
<p><br/></p>
<p>As rendibilidades divulgadas representam dados passados e não constituem uma garantia de rendibilidade futura. O valor das unidades de participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 6 (risco máximo). Optimize Capital Reforma PPR Acções e Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado são dois fundos de investimento mobiliários, cujos prospectos completos e simplificados se encontram disponíveis nas entidades comercializadoras. As taxas de rendibilidade mencionadas são anualizadas, líquidas de comissão de gestão e de depósito, de custos de auditoria e de taxa de supervisão. Em 2009, o nível de risco do fundo Optimize Capital reforma PPR Acções foi de 3 e o nível de risco do fundo Optimize Capital reforma PPR Equilibrado foi de 2.
<p><br/></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.optimize.pt/blog/os-ppr-da-optimize-melhores-das-suas-categorias-desde-a-criacao-20100104.html/feed</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Os PPR geridos pela Optimize considerados nos melhores PPR</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/os-ppr-seleccionados-pela-optimize-considerados-nos-melhores-ppr-20100104.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/os-ppr-seleccionados-pela-optimize-considerados-nos-melhores-ppr-20100104.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 13:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Planos Poupança Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Certificado de Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Optimize]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Poupança Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[PPR do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/os-ppr-seleccionados-pela-optimize-considerados-nos-melhores-ppr-20080304.html</guid>
		<description><![CDATA[Os fundos de poupança reforma geridos pela Optimize Investment Partners comemoraram o seu primeiro ano de actividade com rentabilidades acima damédia do mercado. Em 2009, o fundo Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado registou uma rentabilidade de 13,2%. Por seu lado, o Optimize Capital Reforma PPR Acções obteve uma rentabilidade de 15,8%.</p>No mesmo periodo, os fundos PPR obtiveram, segundo os dados publicados pela APFIPP (Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios), uma rentabilidade média de 8,2%]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img border="0" vspace="6" align="left" src="/images/stories/Pontodevista/champion.png" alt="Image" />O recente arranque dos Certificados de Reforma levou a imprensa e os especialistas da poupança reforma a analisar a oferta de Planos Poupança Reforma (PPR), e a publicar uma selecção dos melhores Planos Poupança Reforma (PPR).</p>
<p><span id="more-26"></span></p>
<p><strong>A gama Optimize Capital Reforma PPR</strong></p>
<p>Os fundos de poupança reforma geridos pela Optimize Investment Partners comemoraram o seu primeiro ano de actividade com rentabilidades acima damédia do mercado. Em 2009, o fundo <strong>Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado registou uma rentabilidade de 13,2%</strong>. Por seu lado, o <strong>Optimize Capital Reforma PPR Acções obteve uma rentabilidade de 15,8%</strong>.</p>
<p>No mesmo periodo, os fundos PPR obtiveram, segundo os dados publicados pela APFIPP (Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios), uma rentabilidade média de 8,2%.</p>
<p><br/><br/><br/></p>
<p align="justify"><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.optimize.pt/Planos-Poupanca-Reforma.html">Descubra a nossa selecção de PPR</a></li>
<li><a href="http://www.optimize.pt/Subscrever.html">Subscreva nossos PPR</a></li>
<li><a href="http://www.optimize.pt/blog/certificado-de-reforma-5-perguntas-para-decidir-20080226.html">Certificado de reforma: 5 perguntas para uma decisão</a></li>
<li><a href="http://www.optimize.pt/index.php/Reforma/Guia-Preparar-a-Reforma.html">Guia: preparar a reforma</a></li>
<li><a href="http://www.optimize.pt/index.php/Fiscalidade/Guia-da-fiscalidade-dos-PPR.html">Guia da fiscalidade dos PPR</a></li>
</ul>
<p align="justify"><strong>Informação ao investidor:</strong></p>
<p>As rendibilidades divulgadas representam dados passados e não constituem uma garantia de rendibilidade futura. O valor das unidades de participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 6 (risco máximo).</p>
<p>Optimize Capital Reforma PPR Acções e Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado são dois fundos de investimento mobiliários, cujos prospectos completos e simplificados se encontram disponíveis nas entidades comercializadoras.</p>
<p>As taxas de rendibilidade mencionadas são anualizadas, líquidas de comissão de gestão e de depósito, de custos de auditoria e de taxa de supervisão.</p>
<p>Em 2009, o nível de risco do fundo Optimize Capital reforma PPR Acções foi de 3 e o nível de risco do fundo Optimize Capital reforma PPR Equilibrado foi de 2.</p>
<p>© Optimize &#8211; Todos os direitos reservados</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Transferências, e transparência: As 7 novas regras dos PPR</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/transferencias-e-transparencia-as-7-novas-regras-dos-ppr-20100104.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/transferencias-e-transparencia-as-7-novas-regras-dos-ppr-20100104.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 09:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundos]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[comissÃ£o transferÃªncia 0%]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto-lei 125/2009]]></category>
		<category><![CDATA[Melhorar a sua gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Melhores rendibilidades PPR]]></category>
		<category><![CDATA[TransferÃªncias de PPR]]></category>
		<category><![CDATA[TransferÃªncias gratuitas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=936</guid>
		<description><![CDATA[As boas resoluções que tinham sido tomadas por parte do governo, em favor dos consumidores portugueses entram em vigor hoje. Dizem respeito à transparência nas comunicações sobre as rendibilidades dos PPR. Sobretudo, limitam as comissões de transferência que se praticavam até agora, até níveis exorbitantes. Segundo o Diário Económico, existem PPR no panorama nacional que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="width: 105px; height: 80px;" src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/evaluationform.png" alt="Image" hspace="6" align="left" />As boas resoluções que tinham sido tomadas por parte do governo, em favor dos consumidores portugueses entram em vigor hoje. Dizem respeito à transparência nas comunicações sobre as rendibilidades dos PPR. Sobretudo, limitam as comissões de transferência que se praticavam até agora, até níveis exorbitantes. Segundo o Diário Económico, existem PPR no panorama nacional que cobravam até 9% no caso de uma transferência de PPR.</p>
<p><span id="more-936"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Neste contexto, as óptimas condições proporcionadas pelos PPR da gama Optimize Capital Reforma, vale a pena pensar em transferir o seu PPR. De facto, os PPR da Optimize têm as melhores rendibilidades das suas categorias desde a sua criação. Em 2009, as rendibilidades líquidas foram:</p>
<ul>
<li><strong>+ 15,8% &#8211; PPR Optimize Capital Reforma Acções</strong></li>
<li><strong>+ 13,2% &#8211; PPR Optimize Capital Reforma Equilibrado</strong></li>
<p><br/></p>
<p>A gama de PPR Optimize Capital Reforma proporciona ainda mais vantagens: </p>
<ul>
<li><strong>0% de comissão de subscrição, se abrir a sua conta Optimize Gestão Privada Capital Reforma PPR directamente junto da Linha Optimize</strong>,</li>
<li><strong>0% de comissão de transferência</strong>,</li>
<li><strong>0% de comissão reembolso</strong></li>
<li><strong>Consultas diárias e gratuitas da rendibilidade dos seus investimentos no espaço privado online</strong></li>
<li><strong>Envio mensal de extractos de contas, já com a apresentação discriminada das (poucas) comissões aplicadas</strong></li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>A Optimize preparou para um recapitulativo das 7 novidades trazidas pelo decreto-lei (nº 125/2009). Já as cumprimos todas.
<p><br/></p>
<table border="1" width="100%">
<tr>
<td width="10%" align="center"> <strong>1</strong> </td>
<td width="90%"><strong>Comissão de transferência = 0%</strong><br/>É proibida a cobrança de comissões pela transferência, total ou parcial, de planos de poupança onde não haja garantia de capital ou de rendibilidade.</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"> <strong>2</strong> </td>
<td><strong>Comissão de transferência de PPR garantido = 0.5% máximo</strong><br/>Nos planos de poupança que garantam capital ou a respectiva rendibilidade, a comissão de transferência não pode ser superior a 0,5 % do valor a transferir.</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"> <strong>3</strong> </td>
<td><strong>Simulação obrigatória antes da subscrição</strong><br/>Antes da contratação, deve ser apresentada ao participante uma simulação do plano de poupança tendo em conta as condições vigentes nesse momento.</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"> <strong>4</strong> </td>
<td><strong>Envio anual da informação discriminada do custo das comissões cobradas</strong><br/>Anualmente, a entidade gestora envia gratuitamente ao participante informação discriminada sobre o valor das comissões cobradas e sobre o rendimento obtido pelo participante relativamente ao ano anterior.</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"> <strong>5</strong> </td>
<td><strong>Limitação da tipologia de comissão</strong><br/>Apenas são devidas comissões pela subscrição, depósito, gestão, transferência ou reembolso, devendo as comissões actualmente existentes ser subsumidas nestas designações.</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"> <strong>6</strong> </td>
<td><strong>Integração de todas as comissões nas performances publicadas</strong><br/>Em todas as acções publicitárias ou informativas em que sejam divulgadas rendibilidades históricas, nomeadamente na informação pré-contratual, estas devem ser apresentadas deduzidas das comissões.</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"> <strong>7</strong> </td>
<td><strong>Controlo logo no próximo ano</strong><br/>No final do 1.º ano a contar da data de entrada em vigor do decreto-lei, as entidades de supervisão respectivas elaboram um estudo comparativo que comprove a evolução verificada ao nível das comissões praticadas, devendo remetê-lo aos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da defesa do consumidor.</td>
</tr>
</table>
<p><br/></p>
<p>Não hesite em contactar-nos para mais informações: linha Optimize 213 136 230, mail Optimize info @ optimize.pt</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Saber mais:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Subscrever PPR" href="http://www.optimize.pt/subscrever.html">Subscrever os PPR Optimize Capital Reforma</a></li>
<li><a title="Transferir PPR" href="http://www.optimize.pt/subscrever.html">Transferir o seu PPR para a gama Optimize Capital Reforma PPR</a></li>
<li><a title="Cotações PPR" href="http://www.optimize.pt/Mercados-Cotacoes-Fundos-Optimize.html">Cotações dos PPR Optimize</a></li>
</ul>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Os pensionistas de 2009 sofrerao uma diminuição em 1.32% da reforma" href="http://www.optimize.pt/blog/os-pensionistas-de-2009-sofrerao-uma-diminuicao-em-132-da-reforma-20090604.html">Os pensionistas de 2009 sofrerao uma diminuição em 1.32% da reforma</a></li>
<li><a title="Como transferir um PPR?" href="http://www.optimize.pt/blog/como-transferir-um-ppr-20090520.html">Como Transferir um PPR ?</a></li>
<li><a title="Reformas em Portugal: o que diz a OCDE" href="http://www.optimize.pt/blog/reformas-em-portugal-o-que-diz-a-ocde-20090311.html">Reformas em Portugal: o que diz a OCDE</a></li>
<li><a title="PPR: um paraiso fiscal" href="http://www.optimize.pt/blog/ppr-um-paraiso-fiscal-20090309.html">PPR: um paraiso fiscal</a></li>
<li><a title="Os homens de poder investem em PPR" href="http://www.optimize.pt/blog/os-homens-de-poder-investem-em-ppr-20090210.html">Os homens de poder investem em PPR</a></li>
<li><a title="O seu PPR em 2009" href="http://www.optimize.pt/blog/o-seu-ppr-em-2009-20090112.html">O seu PPR em 2009</a></li>
</ul>
<p>© Optimize 2009
<p><br/></p>
<p>As rendibilidades divulgadas representam dados passados e não constituem uma garantia de rendibilidade futura. O valor das unidades de participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 6 (risco máximo). Optimize Capital Reforma PPR Acções e Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado são dois fundos de investimento mobiliários, cujos prospectos completos e simplificados se encontram disponíveis nas entidades comercializadoras. As taxas de rendibilidade mencionadas são anualizadas, líquidas de comissão de gestão e de depósito, de custos de auditoria e de taxa de supervisão. Em 2009, o nível de risco do fundo Optimize Capital reforma PPR Acções foi de 3 e o nível de risco do fundo Optimize Capital reforma PPR Equilibrado foi de 2.
<p><br/></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.optimize.pt/blog/transferencias-e-transparencia-as-7-novas-regras-dos-ppr-20100104.html/feed</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>2010: perspectivas económicas</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/2010-perspectivas-economicas-20091228.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/2010-perspectivas-economicas-20091228.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 11:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1043</guid>
		<description><![CDATA[Em 2010 vamos assistir à recuperação das economias, mas com performances bolsistas inferiores. É que as bolsas já anteciparam em 2009 o cenário descrito. É sempre assim!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Time/almostnow.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Depois de um ano de 2009 em que escapámos à deflação que teria prolongado a rápida recessão que sofremos, que aspectos macro-económicos mais significativos se podem prever para 2010:<br />
<span id="more-1043"></span></p>
<p><br/></p>
<p><strong>1. A RECUPERAÇÃO DAS ECONOMIAS VAI PROSSEGUIR</strong><br />
É nas economias emergentes que a retoma será mais importante, não só pelo factor exportações, mas pelo aumento do consumo derivado da elevação do nível de vida das populações.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>2. O COMÉRCIO MUNDIAL VAI RETOMAR</strong><br />
A recuperação económica vai levar ao aumento dos volumes de exportações e importações sendo que as paridades monetárias favoráveis à zona Dólar e desfavoráveis à zona Euro levantam alguns problemas às empresas exportadoras europeias, com baixa de 15% do Dólar.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>3. REGRESSO DA CONFIANÇA NÃO ESTIMULARÁ O CRÉDITO</strong><br />
É necessária a confiança no futuro para aumentar o endividamento dedicado ao investimento. Essa confiança está a voltar por parte dos empresários e das famílias. Mas os bancos ainda temem não só o futuro das empresas, mas sobretudo as exigências de Capitais Próprios e de aumento dos seus Rácios de Solvabilidade. Assim o crédito será selectivo, logo com pequeno impacto no crescimento económico.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>4. INFLAÇÃO OU DEFLAÇÃO?</strong><br />
Se o espectro da deflação parece estar afastado como consequência desta crise, o retorno da inflação é inevitável a partir do 2º Semestre de 2010, ou o mais tardar em 2011. Não por aumento dos rendimentos, nem por melhor utilização da capacidade produtiva que vai continuar baixa, mas devido à massa monetária em circulação que continuará a alimentar algumas “bolhas de activos” (matérias-primas, ouro, acções) e se estenderá progressiva mas moderadamente, aos preços dos produtos, alvos de contracção nos últimos tempos.</p>
<p><br/></p>
<p><br/></p>
<p><strong>QUE CONSEQUÊNCIAS PARA OS INVESTIMENTOS FINANCEIROS?</strong></p>
<ul>
<li>É evidente que os mercados monetários continuarão a remunerar próximo de zero, ou do nível da inflação, os investimentos de curto prazo (Depósitos, Fundos de Tesouraria);</li>
<li>O imobiliário, se partir de preços ajustados em baixa, deverá “valorizar-se” em função da inflação, embora tal não signifique mais que uma actualização do seu valor. Tal não será todavia o caso em todos os países, onde o excesso de oferta impedirá o ajustamento da maioria dos preços;</li>
<li>Nas obrigações a alta das taxas de juro se bem que modesta tem como consequência desvalorizar a cotação dos empréstimos, sobretudo os de mais longa duração;</li>
<li>É nas Obrigações do Estado que reside o risco de baixa do rating, que se traduzirá na sua desvalorização. Assim, os produtos de rendimento garantido vão ser penalizados;</li>
<li>Restam finalmente as acções, que “tanto medo” têm provocado nos particulares que têm procurado a protecção no “rendimento garantido” embora baixo.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Há mercados com valorizações superiores a 100% desde o início do ano e muitos sectores e mercados com valorizações superiores a 50%. Tal não vai obviamente repetir-se em 2010, sendo possível uma pequena correcção em baixa. Mas considero que a rentabilidade do aforro só poderá vir de:</p>
<ul>
<li>Países emergentes com muita população em procura de “melhor vida” (China, etc.);</li>
<li>Países desenvolvidos com forte inovação tecnológica e sobretudo moeda fraca como é o caso dos Estados Unidos;</li>
<li>Sectores do futuro: Energia, Saúde, Turismo, Infra-estruturas, Ecologia, Agricultura;</li>
<li>Finalmente, as “empresas-plataforma” presentes em todo o Mundo e com fabricação deslocalizada.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p><strong>Resumindo: Em 2010 vamos assistir à recuperação das economias, mas com performances bolsistas inferiores. É que as bolsas já anteciparam em 2009 o cenário descrito. É sempre assim…</strong></p>
<p><br/></p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Oje e Optimize 2009</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Imobiliário e Fundos Imobiliários: a inevitável baixa de preços</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/imobiliario-e-fundos-imobiliarios-a-inevitavel-baixa-de-precos-20091214.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/imobiliario-e-fundos-imobiliarios-a-inevitavel-baixa-de-precos-20091214.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 18:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[baixas das rendas]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de terrenos]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis vagos]]></category>
		<category><![CDATA[onda especulativa]]></category>
		<category><![CDATA[promotores imobiliários]]></category>

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		<description><![CDATA[O imobiliário já não permite o “enriquecimento fácil” com subidas rápidas importantes. Não é preciso ser perito. Basta visitar a Espanha ou olhar para os letreiros em Lisboa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Realestate/houseforsale.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Para além dos factores que determinam o valor de cada imóvel, dos quais o mais importante é a localização, o sector imobiliário deve em princípio evoluir em sentido inverso da taxa de juro.<br />
Assim, quando esta baixa, como é o caso desde meados de 2008, o imobiliário deveria ter-se valorizado. Porque não só se tornou mais acessível para quem quer comprar para habitar com empréstimos, como porque, para investidores o rendimento se tornou mais interessante relativamente aos outros investimentos nomeadamente os Depósitos a Prazo.<br />
<span id="more-1036"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Todavia, na recente crise tal não se passou havendo mesmo um país, a Islândia, que faliu por causa do imobiliário, e outros como a Irlanda e a Espanha que enfrentam enormes dificuldades económicas pela mesma razão.</p>
<p><br/></p>
<p>E em qualquer dos países Ocidentais, o imobiliário apresentou fortes quedas devidas a uma simples constatação: o elevado desequilíbrio entre a oferta (em excesso) e a procura (insuficiente).<br />
Tal desequilíbrio reforçado quer pelo pessimismo quanto à conjuntura económica, quer quanto à visibilidade do crescimento económico e do emprego no futuro, foi reforçado pela “cegueira” dos promotores imobiliários.</p>
<p><br/></p>
<p>Estes, que dispõem normalmente de uma “carteira de terrenos” só pensam em neles construir apartamentos, escritórios ou locais de turismo, demonstrando pouca preocupação por um factor determinante: Haverá “mercado” ou seja pessoas suficientes para os ocuparem?</p>
<p><br/></p>
<p>Em minha opinião não há, nem haverá, aos preços actuais num futuro próximo. Exige-se uma “purga” de cerca de 30% nos preços para desencadear uma nova “onda especulativa” de compras, que aliás já é visível nos recentes leilões que têm lugar.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim, se está verdadeiramente comprador, para habitar, não hesite em fazer uma oferta firme, por escrito, bem inferior ao preço solicitado. Em contrapartida, se tiver de vender o seu antigo andar não hesite em baixar o preço relativamente ao valor que “imaginou” ter o seu antigo apartamento.</p>
<p><br/></p>
<p>Como investidor, podemos estranhar que os Fundos Imobiliários não tenham registado nenhuma baixa proveniente do aumento dos imóveis vagos e das baixas das rendas que foram exigidas e obtidas por muitos locatários.</p>
<p><br/></p>
<p>É verdade que as avaliações só são feitas de dois em dois anos e portanto procuram passar por cima da crise mas, a prazo, as rentabilidades terão de se ajustar, em baixa.</p>
<p><br/></p>
<p>O imobiliário já não permite o “enriquecimento fácil” com subidas rápidas importantes. Não é preciso ser perito. Basta visitar a Espanha ou olhar para os letreiros em Lisboa.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Imobiliário" href="http://www.optimize.pt/Imobiliario.html">Imobiliário, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize Cotação Imobiliário" href="http://www.optimize.pt/Imobiliario-Cotacoes.html?i=8">As cotações do Imobiliário na sua região</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diário Económico e Optimize 2009</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Portugueses vão perder metade do salário no momento da Reforma</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/portugueses-vao-perder-metade-do-salario-no-momento-da-reforma-20091125.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/portugueses-vao-perder-metade-do-salario-no-momento-da-reforma-20091125.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 09:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres e REforma]]></category>
		<category><![CDATA[POupar para a reforma]]></category>
		<category><![CDATA[quanto deve poupar?]]></category>
		<category><![CDATA[Reformas em portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Os portugueses vão perder 25% a 50% do seu salário com a passagem à reforma, caso não invistam em complementos de reforma para além da Segurança Social. Para garantir um nível de vida razoável após a vida activa, é necessário a poupar entre 7,8% e 35,8% do salário, tendo as mulheres de efectuar um esforço 20% superior ao dos homens.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="width: 105px; height: 80px;" src="http://www.optimize.pt/images/stories/Retirement/timeflies.png" alt="Image" hspace="6" align="left" /></p>
<p>Estudo anual da Optimize Investment Partners: Reformas e Pensões em Portugal<br/><br />
Os portugueses vão perder 25% a 50% do seu salário com a passagem à reforma, caso não invistam em complementos de reforma para além da Segurança Social. Para garantir um nível de vida razoável após a vida activa, é necessário a poupar entre 7,8% e 35,8% do salário, tendo as mulheres de efectuar um esforço 20% superior ao dos homens.<br />
<span id="more-1027"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Os portugueses estão obrigados a poupar e a investir em produtos complementares de reforma caso não queiram perder qualidade de vida após deixarem a vida activa, concluiu o estudo da gestora de activos Optimize Investment Partners, “Reformas &#038; Pensões em Portugal 2009”. O valor médio das pensões de reforma pago pela Segurança Social vai continuar a descer durante as próximas décadas, passado de perto de 75% do valor do último salário ilíquido, em média, para apenas cerca de 53%.</p>
<p><br/></p>
<p>O estudo “Reformas &#038; Pensões em Portugal 2009”, que tem este ano como um dos temas em destaque “Os Parâmetros do Futuro”, realça que a perda de rendimento dos portugueses será ainda maior, caso os salários cresçam a um ritmo mais acelerado face à inflação. Por exemplo, para quem tem actualmente 30 anos e aufira de um salário ilíquido de 2.000€, após 40 anos de contribuições e quando se reformar aos 65 anos, receberá apenas 41,2% do último salário se tiver um aumento salarial anual 3% acima da inflação. Assim, o ritmo dos aumentos salariais penaliza as reformas, sobretudo para as gerações mais novas,</p>
<p><br/></p>
<p>Outra das conclusões do estudo é de que quanto mais elevado for o salário, menor será a taxa de substituição, ou seja, menor o valor da pensão pago pela Segurança social em função do último salário ilíquido. Por exemplo, um homem de 40 anos que beneficie de aumento anual médio de 1,5% do rendimento, quando se reformar, aos 65 anos e após 40 anos de contribuições, receberá 61,34% do seu salário se este for de 500 €, mas apenas receberá 58,33% caso o seu rendimento mensal seja de 6.000 €.</p>
<p><br/></p>
<p>Esta perda de rendimento após a reforma resulta das novas regras de cálculo do valor das pensões, que passaram a ter em conta a evolução da esperança de vida (factor de sustentabilidade) e toda a carreira contributiva. Assim, o nível de salário, o seu crescimento (acima da inflação) durante a carreira contributiva e a idade e número de anos de contribuições abrangidos pelas novas regras (a partir de 2006), passaram a ser fundamentais para a quantificação da reforma dos portugueses. </p>
<p><br/></p>
<p>Com a quebra do valor da reforma assegurado pelo Estado ao longo dos próximos anos, os portugueses vão ter de colocar de lado uma parte crescente dos seus rendimentos para conseguirem manter o nível de vida no momento de deixar a vida activa.</p>
<p><br/></p>
<p>Segundo o estudo da Optimize Investment Partners, a nova fórmula de cálculo das pensões obriga os portugueses a pouparem entre 7,8% e 35,8% do seu salário para conseguirem manter pelo menos 80% do seu rendimento ilíquido no momento da reforma. Adicionalmente, as mulheres devem constituir uma poupança superior de 20% à dos homens, dado que a sua maior esperança média de vida torna necessário criar um maior complemento de reforma.</p>
<p><br/></p>
<p>Tendo em conta um salário ilíquido mensal de 2.000€ em 2009, e prevendo um aumento anual médio de 1,5%, 40 anos de contribuições e reforma aos 65 anos com o investimento num PPR Equilibrado a partir de hoje, os homens de 25 anos precisam de poupar 7,8% do seu salário mensal, enquanto os de 60 anos necessitam de investir cerca de 29,1%. Já no caso das mulheres, as que começarem a poupar aos 25 anos precisam de investir 9,4% do seu rendimento no complemento de reforma, enquanto que uma mulher com 60 anos necessita de aplicar 35,8 %. Assim, para minimizar ser mais eficaz e limitar o esforço necessário, a poupança deve ser efectuada desde muito cedo.</p>
<p><br/></p>
<p>Outra das conclusões do estudo “Reformas e Pensões em Portugal 2009” é que a poupança para a reforma tem de ser aplicada em produtos financeiros sem garantia de taxa, com destaque para os fundos PPR. Os portugueses necessitam de vencer a sua forte aversão ao risco e procurar as soluções que lhe permitam reforçar a rentabilidade potencial dos seus investimentos. </p>
<p><br/></p>
<p>A aposta nos fundos PPR, que permitem uma maior exposição aos mercados accionistas, é recomendada tanto por razões históricas como conjunturais. Por um lado, a longo prazo, as acções são historicamente mais rentáveis que as obrigações e as oscilações dos mercados accionistas são invisíveis e tendem para uma recta de sentido crescente. Por outro, as obrigações com capital “garantido” também têm cotações que oscilam diariamente e existe o risco de as empresas ou os Estados falirem. Adicionalmente, as Taxas de Juro estão hoje a um nível historicamente muito baixo (o mais baixo desde 1950 nos EUA e Europa), pelo que a tendência é de subida, o que impede a valorização futura das carteiras de obrigações de taxa fixa, típica dos produtos de capital garantido,<br />
Por exemplo, uma obrigação do Estado a 10 anos, com 4% de juro, perde 8% de valor se taxas subirem para 5%, ou seja, só mais 1%. Aliás, hoje a Dívida Pública está sujeitas a vários riscos, como a subida das taxas de juro, o aumento do endividamento dos Países e a descida dos ratings.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim, segundo a Optimize Investment Partners, no actual momento justifica-se o investimento em acções, ainda mais quando só esta classe de activos permite participar no desenvolvimento económico mundial, beneficiando do desempenho de economias como a China, Índia, Rússia e Brasil, ou de sectores e temáticas como a Saúde e Farmácia, Agricultura e Alimentação, Energia e Matérias-Primas, Infra-estruturas, Alterações Climáticas e Economia “Verde”.</p>
<p><br/></p>
<p>Segundo o estudo “Reformas e Pensões em Portugal 2009”, tendo em conta um horizonte temporal de 20 anos, a aposta num PPR com uma maior exposição às acções permite que o capital acumulado possa ser o dobro do obtido num PPR garantido.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Saiba mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.optimize.pt/Subscrever.html?origem=blog_optimize">Subscrever a solução Optimize Capital Reforma PPR</a></li>
<li><a href="http://www.optimize.pt/Produto.php/Optimize-Capital-Reforma-PPR.html">Ficha de apresentação Optimize Capital Reforma PPR</a></li>
</ul>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Simulador Valor Reforma Futura" href="http://www.optimize.pt/simuladores.php/Reforma.html">Simulador Valor Reforma Futura: Quanto é que receberá quando se reformar</a></li>
<li><a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=850">O Estudo da Optimize, Reformas em Portugal &#8211; edição 2009 &#8211; Os paramêtros da Reforma</a></li>
<li><a title="Reformas em Portugal" href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=693">O Estudo da Optimize, Reformas em Portugal &#8211; edição 2008 &#8211; as verdades que os Portugueses desconhecem</a></li>
<li><a title="Private Pension Outlook OCDE" href="http://www.oecd.org/dataoecd/44/60/42153142.pdf">O estudo da OCDE, Private Pension Outlook 2008</a></li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>© Optimize 2009 &#8211; Todos os direitos reservados</p>
<p><br/></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>PPR garantidos: o erro a evitar!</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/ppr-garantidos-o-erro-a-evitar-20091123.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/ppr-garantidos-o-erro-a-evitar-20091123.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[PPR 14%]]></category>
		<category><![CDATA[PPR garantido]]></category>

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		<description><![CDATA[A diferença média de rentabilidade entre PPR garnatidos e PRR em unidades de participação (fundos PPR) justifica uma ligeira tomada de risco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/cuidado.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Criados com o objectivo de completar as insuficientes reformas estatais e comercializados durante muitos anos na base dos “benefícios fiscais” os PPR’s encontraram finalmente uma nova vocação:<br />
A de constituírem um investimento diversificado numa óptica de médio/longo prazo, com a vantagem de estarem sempre disponíveis.<br />
<span id="more-1024"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Ainda existe a convicção de que é um produto com fortes penalizações em caso de reembolso antecipado.</p>
<p><br/></p>
<p>Tais penalizações, comissões de resgate, provinham de duas fontes:</p>
<ul>
<li>Das entidades emitentes que sempre optaram, erradamente, por tais comissões. Estas foram recentemente reduzidas a 0% (nos Fundos PPR) ou 0,5% no caso dos PPR’s seguros.</li>
<li>Da perda do benefício fiscal, que só se perde se tiver sido utilizado.</li>
<p><br/></p>
<p>Tornando-se assim um produto com 100% de liquidez e tendo em conta a baixa das taxas de juro dos depósitos a prazo, muitos aforradores subscreveram PPR’s com um rendimento garantido de 2% emitidos por Seguradoras para substituir aqueles.</p>
<p><br/></p>
<p>Infelizmente, ou foram mal informados ou foram demasiado conservadores.</p>
<p><br/></p>
<p>Com efeito, tendo em conta a situação macroeconómica, tais PPR’s dificilmente ultrapassarão os 3% de rentabilidade nos próximos anos.</p>
<p><br/></p>
<p>Pela simples razão que “para garantir” o capital e os rendimentos só podem investir em Obrigações do Estado ou de Empresas que oferecem, neste momento, juros de 3% a 4%.</p>
<p><br/></p>
<p>Ora, a médio/longo prazo, uma carteira mista de obrigações e acções (estas no máximo de 55% nos Fundos mais agressivos) permite melhorar sensivelmente a rentabilidade com o único inconveniente de “não estar garantido” e sujeito a oscilações na sua cotação diária. Estas oscilações é que constituem o “risco”, o qual desaparece a partir de 5 a 8 anos.</p>
<p><br/></p>
<p>Um pequeno cálculo financeiro permite concluir que num PPR de 25.000 euros se obtém como capital acumulado ao fim de 20 anos:</p>
<ul>
<li>Com 3% de rendimento: 45.153 euros (+81%);</li>
<li>Com 5% de rendimento: 66.232 euros (+165%).</li>
<p><br/></p>
<p>Ou seja, uma diferença de +21.179 euros ou +84,7% do capital investido.</p>
<p><br/></p>
<p>Não acha que vale a pena “correr o risco”, tomando a decisão de transferir o seu PPR de rendimento garantido para um Fundo PPR?</p>
<p><br/></p>
<p>É que alguns destes proporcionaram nos últimos 12 meses rendimentos da ordem de 14%, o que evidentemente não vão repetir todos os anos. Mas os 5% que utilizámos como base de cálculo são perfeitamente possíveis. </p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diário Económico e Optimize 2009</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Portugal, as &#8220;empresas do regime&#8221;</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/portugal-as-empresas-do-regime-20091109.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/portugal-as-empresas-do-regime-20091109.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-Estradas]]></category>
		<category><![CDATA[banca]]></category>
		<category><![CDATA[Construção e Obras Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Electricidade]]></category>
		<category><![CDATA[empresas do regime]]></category>
		<category><![CDATA[Engº Henrique Neto]]></category>
		<category><![CDATA[PSI20]]></category>
		<category><![CDATA[Telefones]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1016</guid>
		<description><![CDATA[É difícil compreender a divergência entre a evolução muito positiva do PSI20 e a evolução negativa da economia portuguesa. Ao empregar a expressão de “empresas do regime” para qualificar algumas das nossas empresas cotadas, que exercem a sua actividade em sectores de bens não transaccionáveis e não submetidos à concorrência dos mercados internacionais, o empresário Henrique Neto forneceu-me argumentos para a compreensão daquela correlação negativa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Countries/economyofportugal.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
De há muito que tenho dificuldades em compreender a divergência entre a evolução muito positiva do PSI20 e a evolução negativa da economia portuguesa.<br />
<span id="more-1016"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Se, no curto prazo, tal é aceitável, já no médio ou longo prazo (2 a 5 anos) o “fenómeno” é dissonante do que se aprende nos manuais.</p>
<p><br/></p>
<p>Ao empregar a expressão de “empresas do regime” para qualificar algumas das nossas empresas cotadas, que exercem a sua actividade em sectores de bens não transaccionáveis e não submetidos à concorrência dos mercados internacionais, o empresário Henrique Neto forneceu-me argumentos para a compreensão daquela correlação negativa.</p>
<p><br/></p>
<p>Com efeito, tais empresas com relações profundas, capitalísticas ou simplesmente pessoais com a esfera pública, beneficiam de situações que lhes permitem rentabilidades superiores às das suas congéneres internacionais, menos protegidas pelo Estado.</p>
<p><br/></p>
<p>Estas distorções ou entorses ao mercado assumem as mais diversas formas:</p>
<ul>
<li>Autorizações de tabelas de preços elevados;</li>
<li>Limitação de entrada no mercado de concorrentes;</li>
<li>Concursos menos transparentes;</li>
<li>Participações financeiras da CGD quando se torna necessário;</li>
<li>Investimentos cruzados directos ou via Fundos de Pensões para evitar ou dificultar OPAS;</li>
<li>Passagem de políticos e gestores públicos para as Administrações de Empresas.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Em suma, um conjunto de práticas que favorecem a rentabilidade de várias das nossas maiores empresas.<br />
Segundo o Engº Henrique Neto, muitas vezes em detrimento de ajudas a um conjunto de PME entretanto esquecidas e que, lutam num mercado mais concorrencial e mais internacional, por vezes em condições desfavoráveis de concorrência (por exemplo preço mais elevado da electricidade e de portagens ou taxas de juro pouco competitivas).</p>
<p><br/></p>
<p>Sectores como a Construção e Obras Públicas, Telefones, Combustíveis, Electricidade, Auto-Estradas e Banca que constituem cerca de 65% do PSI20, permitem às nossas empresas, rentabilidades elevadas as quais, beneficiando os seus accionistas, o fazem em detrimento dos consumidores particulares e empresas.</p>
<p><br/></p>
<p>Deste modo, a noção de “sector público”, é em Portugal bastante alargada e talvez explique não só a nossa fraca competitividade externa como o número desde há muito reduzido de empresas cotadas.</p>
<p><br/></p>
<p>E a preferência pelos “grandes investimentos”.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diário Económico e Optimize 2009</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Depois da crise: o consumo &#8220;low cost&#8221;</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/depois-da-crise-o-consumo-low-cost-20091102.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/depois-da-crise-o-consumo-low-cost-20091102.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 11:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1013</guid>
		<description><![CDATA[A saída de crise vai ser muito mais longa do que se previa. Não será em V, mas em raiz quadrada...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Economy/consumerism.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Há umas semanas citei a opinião de Nouriel Roubini que afirmava que o rally de 7 meses das Bolsas Mundiais lhe parecia excessivo, tendo em conta as nuvens macro-económicas que ainda pairam, especialmente nas economias americana e europeia.<br />
<span id="more-1013"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Aparentemente mais uma vez a “exuberância irracional” estava a impor-se à prudência recomendada pelas Autoridades Monetárias.</p>
<p><br/></p>
<p>Esse excesso de confiança apoiou-se em argumentos sólidos:</p>
<ul>
<li>O excesso da baixa até ao mês de Março;</li>
<li>A saída de indicadores avançados de conjuntura bastante favoráveis;</li>
<li>O nível anormalmente baixo das taxas de juro;</li>
<li>A enorme liquidez que existe nos mercados monetários;</li>
<li>Finalmente, e sobretudo a partir de Julho os resultados das empresas, menos afectados pela crise do que seria de esperar;</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>O que se pode prever até ao final do ano?</p>
<p><br/></p>
<p>Parece dominar hoje o sentimento que a “saída de crise” será não só difícil de pilotar mas sobretudo mais longa do que se previa.</p>
<p><br/></p>
<p>Isto é, a retoma não será em V mas terá alguma semelhança com o sinal da raiz quadrada em que a segunda metade do V termina quase na horizontal.</p>
<p><br/></p>
<p>A razão para tal deve-se ao comportamento dos consumidores e nomeadamente:</p>
<ul>
<li>Uma diminuição global do consumo com o objectivo de refazerem a poupança de precaução;</li>
<li>Uma diminuição do crédito, nomeadamente do que é concedido via “cartões de crédito” que continuam a cobrar taxas pouco dignas de instituições financeiras, superiores a 20%;</li>
<li>Uma tendência para um tipo de consumo “low cost” tanto por parte dos que têm dinheiro como dos que perderam o emprego.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Em minha opinião, esta profunda modificação dos hábitos de consumo que representa não só uma alteração de valores (mais modéstia) mas também um comportamento mais inteligente, obrigará a uma redefinição das empresas com maior potencialidade futura.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim como dos mercados (low cost) com maior potencialidade – os mercados emergentes.</p>
<p><br/></p>
<p>A Economia Verde deverá igualmente impor-se progressivamente nos próximos anos.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diário Económico e Optimize 2009</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Euro &#8211; Dolar : o handicap europeu</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/euro-dolar-o-handicap-europeu-20091026.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/euro-dolar-o-handicap-europeu-20091026.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 11:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>

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		<description><![CDATA[As economias europeias irão ser vitimas da fraqueza actual do dólar. O câmbio penaliza a Europa. A bolsa de Lisboa também não poderá deixar de reflectir a evolução da macroeconomia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Markets/dolar2.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Nos últimos meses, os mercados financeiros beneficiaram duma onda de optimismo, devida à antecipação da retoma das economias e dos resultados das empresas.<br />
Mas a excessiva desvalorização do Dólar relativamente ao Euro começa a pôr problemas ao nível do excesso de concorrência americana e de falta de competitividade dos produtos europeus, tanto mais que outras moedas têm como política o seu alinhamento pela moeda americana (por exemplo o Yuan).<br />
<span id="more-1008"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Assim, o que podemos esperar para a retoma europeia?</p>
<ul>
<li>A retoma de 2009 foi devida às enérgicas medidas de investimento e reforço da despesa pública, financiados no essencial pelo défice orçamental. Em 2010 este esforço deverá ser substituído pelo investimento e consumo privado.</li>
<li>Tal só será possível com regresso da confiança dos consumidores que substituíram, entretanto, o consumo pela poupança; e pelo abrandamento da política de “aperto do crédito” por parte dos bancos.</li>
<li>Ora a subida das matérias-primas nomeadamente o petróleo, a necessidade de aumentar impostos para limitar os défices, e o aumento do desemprego não são propiciadores de um aumento do consumo. Logo do investimento.</li>
<li>Resta para o crescimento das economias europeias o recurso à exportação. E aqui surge o enorme “handicap” da paridade Euro/Dólar, cujo nível razoável deveria ser 1,20 $ para 1,00 €, mas que se encontra à volta de 1,50 $.</li>
<li>A salvação poderia vir dos países da Europa, ainda fora da zona Euro como a Grã-Bretanha, os Países Bálticos, a Hungria, a Polónia e a República Checa. Mas estes beneficiam igualmente do elevado valor do Euro, nas suas exportações.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>E Portugal neste contexto?</p>
<p><br/></p>
<p>Indiscutivelmente em situação difícil dado prever-se ser a vizinha Espanha com um modelo económico errado (baseado no imobiliário) a última economia a sair da crise.</p>
<p><br/></p>
<p>Considero assim que se impõe um enorme consenso político para “sair da crise” e um comportamento dos consumidores “patriótico” para evitar, a partir de 2011, uma política financeira altamente restritiva. Para pagar as dívidas colossais entretanto contraídas.</p>
<p><br/></p>
<p>Quanto à Bolsa de Lisboa ela não poderá deixar de reflectir a evolução da macroeconomia. Onde os “Grandes Projectos” terão de esperar por melhores dias.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diário Económico e Optimize 2009</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Bolsas: ambiente de nervorismo</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/bolsas-ambiente-de-nervorismo-20091019.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/bolsas-ambiente-de-nervorismo-20091019.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 08:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas em 2009]]></category>
		<category><![CDATA[Depósitos]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Doom]]></category>
		<category><![CDATA[Nouriel Roubini]]></category>
		<category><![CDATA[políticas monetárias]]></category>
		<category><![CDATA[queda do USD]]></category>

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		<description><![CDATA[“Too much, too soon, too fast”. Esta opinião de Nouriel Roubini sobre a evolução das Bolsas em 2009, explica certamente o nervosismo ambiente nos mercados, traduzido por sinais contraditórios e opiniões ainda mais contraditórias sobre a sua evolução futura. Os resultados do 3º trimestre, cuja publicação começou ontem, talvez contribuam para “dissipar o nervosismo” do ambiente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/gambling2.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
“Too much, too soon, too fast”. Esta opinião de Nouriel Roubini sobre a evolução das Bolsas em 2009, explica certamente o nervosismo ambiente nos mercados, traduzido por sinais contraditórios e opiniões ainda mais contraditórias sobre a sua evolução futura.<br />
<span id="more-1006"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Analisemos o conjunto das opiniões e factos:</p>
<ul>
<li>Contrariamente ao esperado, a actuação dos Bancos Centrais foi rápida, profunda e eficaz tendo-se traduzido por uma retoma dos mercados nos 2º e 3º trimestres de 2009, muito superior às expectativas.</li>
<li>Os Governos da maioria dos países ao apoiarem, através da Despesa Pública, e das Garantias de Empréstimos, as políticas monetárias, acentuaram o efeito psicológico necessário à retoma da confiança no sistema financeiro.</li>
<li>Muitas empresas apresentaram assim, no 1º semestre, resultados acima das expectativas, demonstrando que as medidas de rigor que tinham tomado, produziram efeitos nos seus resultados.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Todavia, apesar deste cenário positivo, a frase acima citada de “Dr. Doom” (o Dr. Catástrofe), que previra o crash de 2008, lançou algum “receio” nas previsões, impedindo expectativas “bullish” (em alta) para as acções no final deste ano.</p>
<p><br/></p>
<p>Existem razões para tal:</p>
<ul>
<li>A queda quase diária do USD, se por um lado alimenta a subida do ouro e do petróleo (além de outras matérias-primas), continua a constituir uma ameaça para a estabilidade do sistema monetário, além de acentuar as dificuldades de exportação para os EUA, por parte dos restantes países.</li>
<li>O aumento mundial do desemprego e nomeadamente nos Estados Unidos faz recear um comportamento excessivamente tímido por parte dos consumidores americanos. Se não há aumento dos créditos não é por causa de taxas de juro excessivas, nem de falta de oferta de crédito. É que o “medo do desemprego” leva os consumidores a adiar ou anular boa parte dos consumos não essenciais…</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Assim, a situação paradoxal de procura de refúgio no “ouro” (ou no caso português de Depósitos na CGD a 1% ao ano!!!) em período de retoma, prova no mínimo que ainda existe por parte dos investidores “traumas profundos” que só o tempo e a efectiva retoma das economias irá resolver.</p>
<p><br/></p>
<p>Entretanto, “quem tem unhas (leia coragem) continuará a tocar guitarra”.</p>
<p><br/></p>
<p>Os resultados do 3º trimestre, cuja publicação começou ontem, talvez contribuam para “dissipar o nervosismo” do ambiente.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diário Económico e Optimize 2009</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fiscalidade das acções: o fim da excepção Portuguesa?</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/fiscalidade-das-accoes-o-fim-da-excepcao-portuguesa-20091014.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/fiscalidade-das-accoes-o-fim-da-excepcao-portuguesa-20091014.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 09:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[António Nogueira Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Berardo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal de Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Pais do Amaral]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma da política fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[tributação das mais-valias]]></category>
		<category><![CDATA[tributação das mais-valias de acções]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1002</guid>
		<description><![CDATA[O novo governo portguês está a preparar uma reforma fiscal que implicaria o fim da isenção da tributação das mais-valias de acções detidas há mais de um ano. Aumentaria ainda a taxa, de 10% para 20%. Assim, Portugal poderia ter um sistema mais "justo", mas menos competitivo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Taxes/tax.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /></p>
<p>No âmbito da Reforma da política fiscal, que irá ser estudada pela nova equipa do Ministério das Finanças, poderão existir agravamentos na tributação das mais-valias oriundas da venda de acções. </p>
<p><span id="more-1002"></span></p>
<p>De facto, a proposta do grupo de trabalho que elaborou o relatório de política fiscal apresentado ontem, recomenda tributar esses rendimentos “pelo menos numa primeira fase a 20%”. Há mais: a análise, de 834 páginas, contempla a extinção da isenção de tributação das mais-valias de acções detidas há mais de um ano.</p>
<p></p>
<p>Hoje em dia, o regime de tributação das mais-valias obtidas nos mercados de capitais é de 10% no caso de uma detenção inferior a 12 meses, e de 0% nos casos de manutenção em carteira superior a um ano.</p>
<p></p>
<p>Segundo o Jornal de Negócios, o economista António Nogueira Leite considera que o aumento da tributação pode levar os investidores a realizarem as operações a partir de sociedades no estrangeiro.</p>
<p></p>
<p>Esse risco de perda de competitividade fiscal de Portugal existe, de facto: a taxa de 20% ultrapassaria assim a de 18% já aplicável em Espanha e no Reino Unido. Mesmo assim, ficaria competitiva em comparação com a França, onde a taxa de tributação é de … 36%, qualquer que seja o prazo de detenção (e vai subir em breve)!</p>
<p></p>
<p>Do lado dos accionistas, segundo o Diário Económico, existem opiniões favoráveis à ideia de uma diminuição das diferenças de tributação entre os rendimentos do trabalho e os rendimentos do capital. &#8220;Considero que 20% é uma taxa razoável&#8221;, declarou Joe Berardo. Um ponto de vista honesta e &#8220;razoável&#8221; também, considerando que os rendimentos do trabalho podem ser tributados a níveis muito superiores.</p>
<p></p>
<p>Miguel Pais do Amaral indicou à mesma fonte que considera que “Alterar o regime actual pode levar a uma redução do investimento.”. Por isso, a definição de uma taxa reduzida (embora não nula) no caso dos investimentos de longo prazo faria tudo o sentido, numa perspectiva de apoio ao financiamento da economia.</p>
<p></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="”guia da fiscalidade" href="http://www.optimize.pt/Guias.html/Guia_da_fiscalidade_dos_PPR.html">Guia da fiscalidade dos PPR</a></li>
<li><a title="”guia tabelas de retenção na fonte 2009" href="http://www.optimize.pt/index.php/Fiscalidade/Guia-tabelas-de-retencao-na-fonte-2009.html">Guia: tabelas de retenção na fonte 2009</a></li>
<li><a title="”guia fiscal 2009" href="http://www.optimize.pt/index.php/Fiscalidade/Guia-Fiscal-2009.html">Guia fiscal 2009</a></li>
</ul>
<p>© Optimize 2009</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A FIB em vez do PIB</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/a-fib-em-vez-do-pib-20090922.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/a-fib-em-vez-do-pib-20090922.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 08:17:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade Interna Bruta]]></category>
		<category><![CDATA[FIB]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Stiglitz]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Produto Interno Bruto]]></category>

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		<description><![CDATA[O Prémio Nobel da Economia, Joseph Stiglitz propõe medir a Felicidade Interna Bruta, em vez do Produto Interno Bruto. Uma medida complexa e difícil, cujos ingredientes podiam constituir a lista de u bom programa eleitoral.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Retirement/retiredwoman.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Quando em 1990 assumi a presidência da Império e constatei a “depressão” em que a maioria dos colaboradores vivia devido às frequentes mudanças de gestão, tomei duas decisões:<br />
<span id="more-981"></span></p>
<p><br/></p>
<ul>
<li>Não proceder a mais alterações de estrutura</li>
<li>Nomear para o Conselho de Administração, outros Directores bem conhecidos, isto é, pessoas “da casa”</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Em conjunto decidimos instalar a FIB, isto é, a “Felicidade Interna Bruta” em vez do PIB, como objectivo de gestão.</p>
<p><br/></p>
<p>Constata-se que um Prémio Nobel da Economia, Joseph Stiglitz, pretende igualmente que a noção e a medida do PIB seja alargada a alguns elementos de “qualidade de vida” evidentemente mais dificilmente mensuráveis, mas igualmente factores fundamentais da “confiança” com que devemos encarar o futuro e do “consenso” que devemos instalar para, em conjunto, alcançarmos maiores níveis de “felicidade”.</p>
<p><br/></p>
<p>Quais os elementos a ter em consideração para o cálculo do FIB? Posso citar Stiglitz:</p>
<ul>
<li>Ter em conta o rendimento e o consumo para avaliar o “bem-estar”
</li>
<li>Ter em conta o património das famílias
</li>
<li>Dar mais importância à repartição dos rendimentos
</li>
<li>Tomar em consideração no cálculo do PIB as actividades “não facturadas” (serviços caseiros, bricolage, etc)
</li>
<li>Melhorar a qualidade da saúde, da educação, e das condições ambientais
</li>
<li>Avaliar (e se possível eliminar) as desigualdades entre pessoas, sexos, gerações, imigração
</li>
<li>Implementar “medidas” da qualidade de vida, mediante um conjunto de indicadores ligados ao ambiente
</li>
<li>Integrar nas sondagens elementos “subjectivos” da qualidade de vida
</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Como se pode constatar estamos perante elementos fundamentais de qualquer “Programa Eleitoral”. Espero que os candidatos tenham tido em conta estes “anseios” dos cidadãos.</p>
<p><br/></p>
<p>Quanto a nós, que temos como tema a procura da melhoria do Património individual (o Balanço Activo / passivo familiar), resta-nos constatar que:<br />
<br/>A melhoria do “grau de felicidade”, o FIB, permitiria uma maior “confiança no futuro” que tão necessária é para a “coragem” das decisões de investimento e tomada de “um pouco mais de risco”.</p>
<p><br/></p>
<p>O que nos últimos três meses teria aumentado o FIB Património (Acções) em cerca de 10% a 15%&#8230;</p>
<p><br/></p>
<p>Deu por isso, ou estava de férias e deixou para mais tarde?</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diário Económico e Optimize 2009</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A crise já ultrapassada nos mercados?</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/a-crise-ja-esta-ultrapassada-nos-mercados-20090915.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/a-crise-ja-esta-ultrapassada-nos-mercados-20090915.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 15:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[bolha das obrigações governementais]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal de NegÃ³cios]]></category>
		<category><![CDATA[Lehman Brothers]]></category>
		<category><![CDATA[mercados obrigacionistas]]></category>
		<category><![CDATA[regulação dos mercados]]></category>
		<category><![CDATA[supervisão dos mercados]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=976</guid>
		<description><![CDATA[Um ano depois do colapso do Lehman Brothers, Diogo Teixeira, administrador da Optimize, acredita que "a crise já está ultrapassada nos mercados". Contudo, o especialista considera que as perspectivas de crescimento económico para os próximos anos não são tão boas como as anteriores à crise.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="width: 105px; height: 80px; align: left;" src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/lookingintherearmirror.png" align="left" hspace="6" alt="Image" /></p>
<p>Um ano depois do colapso do Lehman Brothers, Diogo Teixeira, administrador da Optimize, acredita que &#8220;a crise já está ultrapassada nos mercados&#8221; numa sessão de perguntas e respostas realizada por Raquel Godinho, Jornal de Negócios.<br />
Leia a versão completa da entrevista:</p>
<p><span id="more-976"></span></p>
<p><br/></p>
<p><strong>1-Um ano depois da queda do Lehman Brothers, o que é que mudou?</strong></p>
<p>Para além dos discursos, ainda foram poucas as alterações concretas ao sistema financeiro. As principais evoluções são de ordem psicológica: a queda do Lehman Brothers, no auge da maior crise desde a Grande Depressão, veio alterar algumas das principais crenças económico-financeiras:- a auto-regulação dos mercados não funciona. Sem intervenção dos Estados, o sistema financeiro mundial teria entrado em colapso. As autoridades de regulação têm um papel central a desempenhar para evitar os excessos, com a necessidade de criar regras e capacidade de intervenção a um nível supra-nacional.- os Estados Unidos e a Europa já não são os “donos” da economia mundial: os países “emergentes”, nomeadamente a China, o Brasil e a Índia, passaram a ser considerados como interlocutores e parceiros indispensáveis no tratamento do grandes assuntos económicos mundiais- os Governos e cidadãos dos países desenvolvidos já não vão poder viver à custa de mais endividamento: o custo da crise fez entrar os países desenvolvidos numa era de “sofrimento” orçamental, que terá um impacto forte na capacidade de intervenção estatal nesses países, tanto a nível interno (sistemas de saúde, reformas, infra-estructuras, …) como externo (intervenções militares, ajuda ao desenvolvimento,…).</p>
<p><br/></p>
<p><strong>2-Pensa que os investidores retiraram alguma lição deste episódio na sua forma de actuação?</strong></p>
<p>Os investidores tiveram uma reacção brutal de fuga ao risco, tanto ao nível das acções como das obrigações de empresas. Nos mercados obrigacionistas, voltou-se a algum “bom senso” em termos de “spreads”, ou seja na diferença de taxa aplicada à divida de empresas em relação à dívida estatal. Infelizmente, como sempre quando se trata de um movimento de massa, estamos a assistir à criação de uma nova bolha, desta vez nas obrigações governamentais.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>3-Muitos activos já conseguiram regressar a níveis anteriores à queda do Lehman Brothers. O que falta para podermos dizer que a crise foi ultrapassada nos mercados?</strong></p>
<p>A crise já está ultrapassada nos mercados. Os preços das acções ainda não regressaram aos níveis anteriores à crise porque as perspectivas económicas já não são, para os próximos anos, tão boas como as que eram antecipadas antes da crise. O custo da crise vai pesar, durante vários anos, na capacidade das empresas a gerar proveitos, nomeadamente na Europa e nos Estados Unidos. </p>
<p><br/></p>
<p><strong>4-O que podemos esperar daqui para a frente em termos de evolução das bolsas e outros activos?</strong></p>
<p>As bolsas vão continuar a acompanhar a recuperação económica, integrando a pouco e pouco os sinais positivos. A nossa principal preocupação está na evolução da dívida pública. É uma classe de activos que apresenta todos os sinais de uma bolha, sobretudo se considerarmos a possibilidade de um regresso da inflação.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>5-As bolsas já recuperaram muito. Perante isso, quais os sectores que ainda estão atractivos?</strong></p>
<p>Em termos de sectores, os valores “defensivos” são actualmente os mais atractivos: grande distribuição, saúde, produtos de grande consumo, electricidade, telefone… Em termos mais globais, é preferível apostar nos valores “globais”, com uma presença forte nos mercados emergentes. Infelizmente poucos títulos portuguesas entram nesses critérios.<br />
<br/>Com o regresso do optimismo nos mercados, pode esperar-se uma recuperação simetricamente superior do mercado português, embora, provavelmente, com um desfasamento de alguns meses.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>6-Os economistas dividem-se quanto à sustentabilidade da actual retoma económica, se será em V ou W. De que forma é que esta incerteza pode condicionar a escalada das bolsas?</strong></p>
<p>Os níveis de preços actuais são compatíveis com uma retoma em W, mais do que em V. Os mercados ainda consideram pouco provável uma retoma clara e franca nos países ocidentais. Isso significa que, caso as perspectivas de uma eventual retoma em V sejam confirmadas, as bolsas poderão retomar o caminho da subida, para níveis 30%-40% acima dos níveis actuais. No caso contrário, poderemos entrar num período prolongado de relativa estagnação das cotações. </p>
<p><br/></p>
<p><strong>7-As novas regras em estudo para reforçar a regulação e supervisão dos mercados financeiros podem retirar dinamismo e competitividade ao funcionamento dos mercados?</strong></p>
<p>Tendo em conta a necessidade de consenso internacional na criação das novas regras de regulação e supervisão dos mercados financeiros, é pouco provável que venham a ser criadas regras demasiadamente limitativas. O mais provável será que as novas regras venham um pouco aquém do que se podia esperar. O principal desafio consiste na aplicação dessas regras por todos, nomeadamente em países com menos cultura financeira como a China, que vão ter uma importância cada vez maior nas transacções mundiais.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<ul>
<li><a href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php">Optimize na Imprensa</a></li>
<li><a href="http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#038;id=386683">A &#8220;entrevista&#8221; por Raquel Godinho a Diogo Santos Teixeira, no Jornal de Negócios online</a></li>
</ul>
</ul>
<p><br/></p>
<p>© 2009 Jornal de Negócios e Optimize</p>
<p><br/></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O mundo depois da crise</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/o-mundo-depois-da-crise-20090914.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/o-mundo-depois-da-crise-20090914.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 16:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Charles Gave]]></category>
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Demografia]]></category>
		<category><![CDATA[dívida pública]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal depois da crise]]></category>
		<category><![CDATA[Saída da crise]]></category>

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		<description><![CDATA[A cimeira do G20 vai dedicar os seus trabalhos às "saídas da crise", este ano. Como será, a médio prazo, o mundo, depois da crise? Algumas pistas segundo José Santos Teixeira, Presidente da Optimize Investment Partners.
Coluna in Diario Economico, 11 de Setembro de 2009]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Countries/Mundo1.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Esgotadas as análises sobre as causas da crise, onde a “culpa” assentou no essencial na cupidez e na óptica excessivamente de “curto prazo” da banca de investimento e dos seus líderes, viram-se agora as análises para as “saídas da crise”.<br />
<span id="more-974"></span></p>
<p><br/></p>
<p>A cimeira do G20 vai dedicar o essencial dos seus trabalhos a este tema.</p>
<p><br/></p>
<p>Como linhas de fundo, o livro de Charles Gave: “Liberal mas não culpado” diz-nos o seguinte:</p>
<ul>
<li><strong>1 – O peso essencial da demografia associado à inovação e à organização (competitividade) dos meios de produção, como factores fundamentais do crescimento económico.</strong><br/>E, neste domínio, países como o Brasil e a Índia deverão superar o resto do Mundo. Temos novamente de “descobrir o Brasil e a Índia”, não esquecendo que fomos os primeiros a lá chegar.
</li>
<li><strong>2 – A constatação que a força da inovação tecnológica sempre permitiu ao Homem ultrapassar as “restrições” impostas pela Natureza.</strong><br/>Neste domínio, se estou certo que “o petróleo não vai faltar” dado que os sucedâneos (energias alternativas) já estão a substituí-lo, tenho alguns receios de que a penúria de água possa provocar dificuldades no desenvolvimento da Agricultura, necessária para alimentar mais 3.000 Milhões de habitantes da Terra nos próximos 50 anos.<br/><br />
Mas o leitor já imaginou as oportunidades de investimento que existem nestes dois domínios?
</li>
<li><strong>3 – A absoluta necessidade dos Estados em se modernizarem para “pagar a Dívida Pública”, eliminando tarefas que podem ser desempenhadas pelo privados e limitando a sua acção às suas missões essenciais.</strong><br/>Este tema da “sustentabilidade da Dívida do Estado” será um dos mais abordados nos próximos anos em Portugal. É Inevitável.</li>
<li><strong>4 – A emergência de uma “Sociedade do Conhecimento” que oferecerá a cada um, níveis de acesso a baixo custo ao que foi, no passado, o apanágio de uma minoria.</strong><br/>Esta sociedade que já está a emergir na Europa do Norte, chegará dificilmente a Portugal caso se mantenham os comportamentos de conluio publico/privado que dominam a política portuguesa.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Como podem constatar, infelizmente não estamos a aproveitar o debate eleitoral para abordarmos “o Portugal depois da crise”, neste Mundo em que vamos evoluir.</p>
<p><br/></p>
<p>Se fosse mais novo, emigrava já para o Brasil, onde há, para além do desenvolvimento económico, “alegria de viver”.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diário Económico e Optimize 2009</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Eleiçoes, crise, reforma e fundos de investimento: Optimize na imprensa esta semana</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/eleicoes-crise-reforma-e-fundos-de-investimento-optimize-na-imprensa-esta-semana-20090911.html</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 17:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[depois da crise]]></category>
		<category><![CDATA[DiÃ¡rio EconÃ³mico]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[fundos de investimento em Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal de NegÃ³cios]]></category>
		<category><![CDATA[PS]]></category>
		<category><![CDATA[PSD]]></category>

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		<description><![CDATA[Como Preparar a Reforma, O Mundo depois da crise, Fundos perderam metade do patrimonio em 2 anos de crise, Eleições: o que pode acontecer à bolsa,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Noticias/internationalnewspaper.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
As próximas eleições legislativas, o fim da crise, a preparação da reforma e a recuperação dos fundos de investimento, 4 temas no raio-x na imprensa economica nacional esta semana, com algumas referências à Optimize !</p>
<p><span id="more-967"></span></p>
<p><br/></p>
<p><strong>In Jornal de Negócios, segunda-feira 07 de Setembro: Eleições: o que pode acontecer à bolsa</strong>  <a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=805">(<u>ler</u>)</a><br />
A Optimize foi convidada a exprimir a sua análise, no âmbito de um dossier detalhado sobre os impactos possíveis na bolsa dos resultados das próximas eleições legislativas em Portugal. Por André Veríssimo.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>In Diario Economico, terça-feira 08 de Setembro: Fundos perderam metade do património em 2 anos de crise</strong> <a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=804">(<u>ler</u>)</a><br />
O administrador da Optimize, Diogo Teixeira, afirma que apesar das subscrições terem começado a subir, ainda se está numa fase de recuperação.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>In Diario Económico, sexta-feira 11 de Setembro: O Mundo depois da crise</strong> <a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=802">(<u>ler</u>)</a><br />
A coluna semanal de José Santos Teixeira, Présidente da Optimize, no Diário Económico. </p>
<p><br/></p>
<p><strong>In Diário Económico, sexta-feira 11 de Setembro: Como Preparar a Reforma</strong> <a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=803">(<u>ler</u>)</a><br />
Alexandra Brito, revelou no Diario Economico um estudo detalhado sobre a preparação da reforma, baseado em simulações detalhadas preparadas pela Optimize.<br />
Diogo Teixeira, Administrador da Optimize, indica também algumas dicas para melhor preparar a Reforma!</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Planos-Poupanca-Reforma.html">A gama de PPR Optimize Capital REforma</a></li>
<li><a title="Fundo Optimize Investimento Activo" href="http://www.optimize.pt/Produto.php/Optimize-Investimento-Activo.html">O fundo Optimize Investimento Activo, o fundo todo-o-terreno</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Optimize 2009</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Crise: As questões por resolver</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/crise-as-questoes-por-resolver-20090907.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/crise-as-questoes-por-resolver-20090907.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 09:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
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		<description><![CDATA[Três assuntos ainda ficam para resolver, neste fim de crise: o imobiliário, o endividamento das famílias, o nível da dívida pública. A resposta passará provavelmente pelo regresso da inflação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/magnifyingglass2.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Apesar das excelentes performances bolsistas dos meses de Julho e Agosto e de já terem passado dois anos desde o início da crise, algumas questões ainda não estão resolvidas:<br />
<span id="more-964"></span></p>
<p><br/></p>
<ul>
<li><strong>O excesso de imobiliário</strong><br/>Se bem que muitas famílias sonhem em “aceder à situação de proprietários”, a verdade é que não têm capacidade financeira para tal. E as baixas de preços e das taxas de juro ainda não lhes permitiram atingir o necessário nível de solvabilidade.<br/><br />
O problema é particularmente grave nos Estados-Unidos, Grã-Bretanha, Irlanda e Espanha. Neste país ele parece-me insolúvel a menos que os bancos procedam a “saldos”, o que vai acontecer tanto em Espanha como em Portugal, onde o problema é menos importante mas presente.
</li>
<li><strong>O endividamento das famílias</strong><br/>Depois do imobiliário, os cartões de crédito poderão trazer uma nova vaga de incobráveis aos bancos.<br />
Isto, apesar de o comportamento dos consumidores já ter mudado no sentido de limitação da “despesa inútil” e da preferência pelo “low-cost”, com baixa do recurso ao crédito.<br/><br />
Todavia, esta diminuição do consumo terá como consequência a limitação do crescimento económico, a menos que os Estados mantenham o nível elevado da despesa pública.
</li>
<li><strong>O nível da dívida pública</strong><br/>Como é conhecido, todos os Estados procuram diminuir o impacto da crise, através de aceleração dos programas de despesas e investimentos públicos, bem como, de melhoria de subsídios aos mais afectados pela crise, rebentando, no caso da Europa, com as limitações dos deficits a 3% do PIB.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Hoje, são os Estados dos países desenvolvidos que enfrentam situações de profundo desequilíbrio que alguns (como Medina Carreira) apelidam de “falência”, prevista a partir de 2015 para o caso português.</p>
<p><br/></p>
<p>Parece, com efeito, que só uma elevadíssima taxa de crescimento económico permitiria aumentar fortemente as receitas públicas, ou uma drástica redução das despesas e dos investimentos.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Considero que uma terceira via poderá vir da Europa: É o recurso à “emissão de moeda” como aliás já fizeram os Estados-Unidos e a Grã-Bretanha.</strong></p>
<p><br/></p>
<p>Este procedimento terá como efeito inevitável o regresso da inflação como conhecemos nos anos 80.</p>
<p><br/></p>
<p>Em termos de investimento, nestas fases de inflação, é sabido que perdem todos os detentores de títulos de rendimento fixo (obrigações e seguros de taxas garantidas), e ganham os que investem nas acções e no imobiliário.</p>
<p><br/></p>
<p>Ainda não estamos nesta conjuntura, mas é conveniente estarmos atentos privilegiando as acções de elevado rendimento e de sectores defensivos.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diário Económico e Optimize 2009</p>
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		</item>
		<item>
		<title>PPR: Os fundos por perfil de risco</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/ppr-os-fundos-por-perfil-de-risco-20090831.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/ppr-os-fundos-por-perfil-de-risco-20090831.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 16:13:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[As muitas vantagens dos PPR, que podem ser aproveitadas através dos da Optimize Investment Partners.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Savings/rendimentos.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Há cerca de um ano e em reacção à vaga de notícias catastróficas em proveniência dos mercados bancário e financeiro e da macro-economia, os aforradores de todo o mundo reagiram, logicamente, procurando na liquidez e garantia dos depósitos a prazo a solução para “passar a crise”.<br />
<span id="more-957"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Caso os Estados, os “últimos garantes”, não tivessem intervido não teriam encontrado nalgumas instituições (vide BPN e BPP) nem a liquidez desejada, nem a garantia procurada.<br/><br />
O que é compreensível na medida em que as contrapartidas dos Depósitos à Ordem e de Curto Prazo, são quase sempre empréstimos a empresas e particulares que nalguns casos são impossíveis de reaver por parte dos Bancos.<br/><br />
Isto é, a ideia de que os Depósitos Bancários são um “bom investimento” é um mito pois tudo depende da qualidade dos empréstimos que esses bancos fazem com o dinheiro dos depositantes.<br/><br />
Felizmente, a crise advertiu para esse mito e para a necessidade de dar atenção ao “rating” dos bancos, isto é, à sua capacidade de nos devolverem o que lhes “emprestamos”, sob a forma de depósitos.<br/><br />
Depois do susto sob a solvabilidade dos Bancos, um pesadelo caiu sobre os “pobres aforradores”: o da rentabilidade dos Depósitos.<br/><br />
Com efeito, sendo arma essencial do “combate à crise” por parte dos Bancos Centrais a disponibilização a favor do mercado interbancário de “dinheiro muito barato”, ou seja, a taxas próximas de 0% nos EUA e de 1% na Europa, os Bancos só para não perderem os contactos com os clientes decidiram-se a pagar taxas superiores nos Depósitos.
<p><br/></p>
<p><strong>Depois desta “má experiência” com os Depósitos o que fazer?</strong><br />
Alguns, mais dinâmicos ou mais “espertos”, descobriram o Forex, ou seja, os mercados de divisas, em princípio só acessíveis a profissionais, mas que hoje, com a Internet, se tornaram de fácil acesso para toda a gente.<br/><br />
Esquecendo-se de que estão condenados, com o tempo, a perder, na maioria dos casos, contra entidades altamente apetrechadas informaticamente, para se antecipar na passagem de ordens mediante programas de “flash-trading”.<br/><br />
Não me parece ser solução.</br></p>
<p><br/></p>
<p><strong>Então e os Fundos? Que problemas conseguem resolver?</strong><br />
Convém lembrar que os Fundos não são mais do que carteiras de títulos geridas por entidades supostamente competentes e devidamente autorizadas pelo Banco de Portugal e controladas diariamente pela CMVM.</br><br />
Além disso, a publicação diária obrigatória do valor da sua Unidade de Participação e, mensalmente, da sua carteira, torna-os altamente transparentes para os participantes.</br><br />
Mas estes têm de acompanhar periodicamente a evolução da valorização do(s) seu(s) Fundo(s) como se de uma carteira se tratasse. Realizando nomeadamente análises comparativas de rentabilidades sobre um a cinco anos com Fundos com idêntica classe de activos e de risco.</br></p>
<p><br/></p>
<p><strong>A constituição de uma carteira de Fundos</strong><br />
Obviamente que cada aforrador deve procurar os Fundos mais próximos, mais adequados, ao seu perfil de investidor, isto é, ao nível de risco que está disponível para assumir, tendo em conta os seus objectivos e a duração prevista para o seu investimento.</br><br />
Normalmente, um “timing” mais longo permite assumir um maior risco, ou seja, uma maior volatilidade, pois o tempo, como acabamos de constatar, corrige os excessos de baixa que a curto prazo se podem verificar.</br><br />
Globalmente podemos identificar quatro grandes categorias de Fundos:
<ul>
<li>Os de Tesouraria que investem a curto prazo em Obrigações de curta duração;</li>
<li>Os de Obrigações que investem nesta classe de activos com rating mais ou menos elevado (desde as Obrigações do Estado às “High-Yield”) e logo com rentabilidades e risco diferentes;</li>
<li>Os Fundos Imobiliários que embora proporcionem uma “estabilidade” de valor, dado não serem objecto de cotação, põem a questão de as avaliações dos imóveis serem mais ou menos correctas (em minha opinião em Portugal a avaliação é demasiado elevada).</li>
<li>Finalmente, os Fundos de Acções normalmente identificados pelo país ou zona geográfica do investimento. O que pressupõe para os Fundos não Europeus o problema da evolução monetária como aconteceu recentemente ao Dólar e à Libra cujos Fundos juntaram à baixa dos mercados a desvalorização (temporária?) destas moedas.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p><strong>E os Fundos PPR onde se incluem?</strong><br />
A legislação que os criou procurou limitar o risco impondo-lhes um máximo de 55% da sua carteira em acções.<br/><br />
E os gestores destes Fundos optaram por os dividir em quatro níveis de risco com um máximo de 5%, 15%, 35% ou 55% em acções.<br/><br />
Assim, todos são Fundos Mistos de Acções/Obrigações podendo ainda sob a forma de Fundos de Fundos aceder a outros Fundos de vários gestores nacionais e internacionais, o que não só tem o mérito de diversificar as carteiras como de aceder a mercados e a gestores dificilmente acessíveis a um particular.<br/><br />
Além de também poderem incluir uma parte do investimento em Fundos Imobiliários ou em empresas imobiliárias cotadas. Em suma, uma carteira completa.<br/></p>
<p><br/></p>
<p><strong>Mas não será preferível um PPR garantido por uma seguradora? Em vez de um Fundo?</strong><br />
Como nos Depósitos a Prazo a expressão “rendimento garantido” põe duas questões:
<ul>
<li>Quem garante, ou seja, se tem a capacidade financeira para garantir durante longos anos determinada rentabilidade;</li>
<li>Quanto garante, ou seja, se a garantia vai obrigar a receber durante toda a vida 2% a 3% de rendimento, nitidamente insuficiente para uma reforma confortável.</li>
</ul>
<p>Assim, e desde que o aforrador aceite a volatilidade de um Fundo Misto de Acções/Obrigações/Imobiliário, a qual é muito baixa desde que a percentagem em Acções seja diminuta, parece-me que numa óptica de reforma e para alguém com menos de 55 anos é indiscutível que deve preferir um Fundo que além de em média anual, ser mais rentável, tem uma transparência muito maior, mediante a publicação diária do seu valor.<br/><br />
O que em caso de insatisfação permite a sua transferência para outra entidade gestora. A qual hoje se faz a custo zero. Acabaram as comissões de transferência em Julho passado.<br/></p>
<p><br/></p>
<p><strong>PPR: UM “PARAÍSO FISCAL”ATÉ À REFORMA</strong><br />
Desde a sua criação em 1989 os PPR’s foram comercializados na base do “benefício fiscal”.<br/><br />
Se bem que este seja importante para as pequenas economias (até 2000 euros de poupança anual) existe outra vantagem fiscal importante durante a vigência do Plano de Poupança Reforma.<br/><br />
É que, tal como nos Seguros de Vida, o juro das obrigações e os dividendos e mais-valias das acções, só são tributados no final dos contratos, quando do seu resgate.<br />
O que permite a capitalização de 100% daqueles valores sem qualquer retenção na fonte. Melhorando deste modo a sua rentabilidade como se pode verificar no quadro anexo.<br/><br />
Exemplo:
<ul>
<li>Investimento de 10.000 euros durante 20 anos;</li>
<li>Hipótese de 5% de rentabilidade anual</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/figures/ppr-expresso-agosto-2009.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /></p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize Gestão Privada" href="http://www.optimize.pt/Produto.php/Optimize-Gestao-Privada.html">A conta Optimize Gestão Privada</a></li>
<li><a title="Fundo Optimize Investimento Activo" href="http://www.optimize.pt/Produto.php/Optimize-Investimento-Activo.html">O fundo Optimize Investimento Activo, o fundo todo-o-terreno</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Expresso e Optimize 2009</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Optimize na Imprensa esta semana</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/optimize-na-imprensa-esta-semana-20090828.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/optimize-na-imprensa-esta-semana-20090828.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 15:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[Crise faz disparar fusões entre fundos de investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Económico]]></category>
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		<category><![CDATA[Exame]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos de Pensões Reforçam nas acções]]></category>
		<category><![CDATA[Gestoras apostam nos fundos especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal de Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Metade das acções do PSI 20 já recuperam do colapso do Lehman]]></category>
		<category><![CDATA[O acordar dos emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[PPR "garantidos" vão ter prazo máximo de reembolso]]></category>
		<category><![CDATA[Regras de Ouro]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nesta altura de “regresso às aulas”, a equipa Optimize quer salientar a sua presencia na imprensa económica de Portugal. Assim, desde sábado passado, terão encontrado opiniões e citações da equipa Optimize nos seguintes meios:


In Expresso, sábado 22 de Agosto: O acordar dos emergentes  (ler)
Um artigo de opinião, por José Santos Teixeira, Presidente da Optimize, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Noticias/Businessnewspaper.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Nesta altura de “regresso às aulas”, a equipa Optimize quer salientar a sua presencia na imprensa económica de Portugal. Assim, desde sábado passado, terão encontrado opiniões e citações da equipa Optimize nos seguintes meios:</p>
<p><span id="more-950"></span></p>
<p><br/></p>
<p><strong>In Expresso, sábado 22 de Agosto: O acordar dos emergentes</strong>  <a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=791">(<u>ler</u>)</a><br />
Um artigo de opinião, por José Santos Teixeira, Presidente da Optimize, no âmbito de uma iniciativa da equipa editorial do Expresso, que nos pediu, bem como a 3 outros especialistas das finanças, um testemunho sobre o que aprendemos da actual conjuntura de crise.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>In Diario Economico, terça-feira 24 de Agosto: PPR &#8220;garantidos&#8221; vão ter prazo máximo de reembolso</strong> <a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=794">(<u>ler</u>)</a><br />
Na sequência da circular do ISP, que pediu aos seus aderentes para diminuírem os prazos de reembolso dos PPR a 5 dias úteis, José Santos Teixeira, Presidente da Optimize comentou que &#8220;trata-se de uma medida positiva&#8221; e salientou ainda que estes prazos já se praticam em outras sociedades de serviços financeiros.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>In Jornal de Negócios, quarta-feira 25 de Agosto: Gestoras apostam nos fundos especiais</strong> <a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=793">(<u>ler</u>)</a><br />
Em 2009, a maioria dos novos fundos criados em Portugal foram  Fundos &#8220;Especiais&#8221; de Investimento. </p>
<p><br/></p>
<p><strong>In Jornal de Negócios, quarta-feira 25 de Agosto: Crise faz disparar fusões entre fundos de investimento</strong> <a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=792">(<u>ler</u>)</a><br />
Diogo Teixeira, Administrador da Optimize Investment Partners indicou a Patrícia Abreu, do Jornal de Negocios as nossas explicações da razão pela qual as fusões de fundos dispararam em Portugal em 2008</p>
<p><br/></p>
<p><strong>In Diario Economico, quinta-feira 26 de Agosto: Fundos de Pensões Reforçam nas acções</strong> <a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=796">(<u>ler</u>)</a><br />
No artigo do jornalista Rui Baroso, a opinião de José Santos Teixeira, Presidente da Optimize relativamente ao aumento relativo do património das gestoras de fundos de pensão nos últimos meses.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>In Exame, quinta-feira 26 de Agosto:  Regras de Ouro</strong> <a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=795">(<u>ler</u>)</a><br />
Na revista Exame do mês de Setembro de 2009, Diogo Santos Teixeira, Administrador da Optimize Investment Partners, indica, junto com outros especialistas das finanças pessoais, algumas &#8220;regras do jogo&#8221; relativo ao Ouro, um activo atípico e muito procurado em época de crise.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>In Diario Economico, sexta-feira 27 de Agosto: Metade das acções do PSI 20 já recuperam do colapso do Lehman</strong> <a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=797">(<u>ler</u>)</a><br />
Quase 12 meses foram necessários, desde 15 de Setembro, para que uma primeira metade das acções do PSI 20 recupere os níveis do colapso do Lehman. Desta vez, o trauma estará ultrapassado? Descubra a opinião de Diogo Teixeira, Admistrador da Optimize Investment Partners.</p>
<p><br/></p>
<p>Esperamos que as opiniões assim divulgadas lhes sejam úteis, e mencionamos ainda que estaremos, ainda este ano, sempre ao seu dispor.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize Gestão Privada" href="http://www.optimize.pt/Produto.php/Optimize-Gestao-Privada.html">A conta Optimize Gestão Privada</a></li>
<li><a title="Fundo Optimize Investimento Activo" href="http://www.optimize.pt/Produto.php/Optimize-Investimento-Activo.html">O fundo Optimize Investimento Activo, o fundo todo-o-terreno</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Expresso e Optimize 2009</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O acordar dos emergentes &#8211; Quatro olhares sobre a crise</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/o-acordar-dos-emergentes-quatro-olhares-sobre-a-crise-20090825.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/o-acordar-dos-emergentes-quatro-olhares-sobre-a-crise-20090825.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 18:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[BRIC]]></category>
		<category><![CDATA[BRICS]]></category>
		<category><![CDATA[Emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Fogel]]></category>

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		<description><![CDATA[A crise acelerou ainda a redistribuição das cartas economicas e geopoliticas. A capacidade de recuperação dos BRICS demonstra que a sua emergência é sólida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Countries/oldworldmap.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
O expresso pediu quatro testemunhos sobre o que aprendemos com a actual conjuntura. José Santos Teixeira, Presidente da Optimize, respondeu, e falou no acordar dos emergentes. <em>(in Expresso &#8211; 22 de Agosto de 2009)</em><br />
<span id="more-948"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Esta crise, como nenhuma outra desde a Grande Depressão de 1929, veio rebater as cartas económicas e geopolíticas do mundo. Milhares de economistas intervieram para estabelecer paralelos e previsões. A intervenção mais simbólica, na minha opinião, foi feita pelo <strong>Robert Fogel, Prémio Nobel de Economia</strong> em 1993, que <strong>prevê que a riqueza produzida por um Chinês em 2040 seja duas vezes superior à de um Europeu…</strong></p>
<p><br/></p>
<p>Podemos discutir os números, mas a evolução é inelutável. Esta crise acelerou o processo de empobrecimento relativo dos países ricos face aos “emergentes”. Ao custo directo da crise, avaliado pelo FMI em cerca de 4 triliões de dólares, têm de ser adicionados todos os custos indirectos: perca de valor dos activos financeiros (perto de 50%!), imobiliários (30% nos Estados Unidos), recessão económica… Laurent Carroué, investigador francês do Institut Français de Géopolitique, avaliou esse custo global em 55 triliões de dólares, equivalentes a um ano de PIB mundial… Uma grande parte desta riqueza não desapareceu: as casas e os prédios continuam de existir, as empresas que aguentaram continuam a produzir. No grande acerto de contas desta crise, os Chineses, Indianos e Brasileiros passaram a deter (ou poder comprar) uma parte mais importante da riqueza mundial. A China, com os seus 2 triliões de dólares de reservas de câmbio, poderia comprar 25% das acções das 500 maiores empresas americanas, quando esse valor só dava para 15% antes da crise! </p>
<p><br/></p>
<p>Para os Portugueses, como para os europeus e americanos, isso significa o fim da era do consumo. O nosso “enriquecimento” fez-se à custa do endividamento privado e público, financiado pelos países excedentários, essencialmente emergentes ou produtores de petróleo. Vamos voltar a viver “a contado”, com um recurso mais reduzido ao crédito, deixando para depois de amanhã a compra do último modelo de carro ou de aparelho electrónico. </p>
<p><br/></p>
<p>Neste mar de más noticias, temos algumas razões de esperança. Os portugueses, como os americanos, estão finalmente a poupar mais… E quem diz poupar diz investir, e talvez investir nos países emergentes? Investir nas economias emergentes pode-nos permitir pôr 3 mil milhões de Chineses, Indianos e Brasileiros a trabalhar para pagar as nossas reformas… </p>
<p><br/></p>
<p>Esta crise servirá também para nos lembrar que, como dizia no século XVI o filosofo Jean Baudin, <strong>“A única e verdadeira riqueza são os homens”</strong>. Nesse aspecto, Chineses e Indianos tomaram algum avanço…</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize Gestão Privada" href="http://www.optimize.pt/Produto.php/Optimize-Gestao-Privada.html">A conta Optimize Gestão Privada</a></li>
<li><a title="Fundo Optimize Investimento Activo" href="http://www.optimize.pt/Produto.php/Optimize-Investimento-Activo.html">O fundo Optimize Investimento Activo, o fundo todo-o-terreno</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Expresso e Optimize 2009</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Imobiliário em Portugal: estabilização do mercado</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/imobiliario-em-portugal-estabilizacao-do-mercado-20090730.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/imobiliario-em-portugal-estabilizacao-do-mercado-20090730.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 10:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[cotacoes imobiliario]]></category>
		<category><![CDATA[cotacoes imobiliario por conselho]]></category>
		<category><![CDATA[cotacoes imobiliario por regiao]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado imobiliário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=942</guid>
		<description><![CDATA[Para saber qual a evoluções dos preços imobiliarios na sua região ou no seu conselho, descubra a nova ferramenta de cotações imobiliárias da Optimize Investment Partners]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Realestate/homesweethome.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />A última edição do inquérito trimestral do INE revelou esta semana uma relativa estabilização do mercado imobiliário de habitação em Portugal. De facto, com um valor nacional médio fixado em 1168 euros/m2, o índice regista um acréscimo trimestral de 1,7%, mas uma diminuição de 1,5% face ao trimestre homólogo.</p>
<p><span id="more-942"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Sem constituir sinais de recuperação, os últimos dados do Instituto Nacional de Estatísticas demonstram a estabilização do mercado. Com efeito, a variação num ano, embora negativa, foi menos intensa que a do trimestre anterior. Alias, este é o primeiro aumento trimestral desde 2007. O valor médio mais elevado continuou a verificar-se no Algarve: 1429 euros/m2.</p>
<p><br/></p>
<p>Nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, as variações face ao trimestre anterior foram respectivamente de 2,2% e de 1,0%.</p>
<p><br/></p>
<p>O aumento trimestral traduziu o efeito conjugado dos aumentos verificados nas duas naturezas de alojamentos – apartamentos e moradias.</p>
<p><br/></p>
<p>Para seguir a evolução do mercado imobiliário, a Optimize Investment Partners disponibiliza-lhe <strong><a title="Cotações Imobiliário" href="http://www.optimize.pt/Imobiliario-Cotacoes.html">uma ferramenta de cotações</a></strong>, que permite conhecer o valor médio do imobiliário de habitação em Portugal, nas regiões e nos conselhos, bem como as suas evoluções trimestrais dos últimos 8 anos.</p>
<p><br/></p>
<p align="justify"><strong><strong>Link útil:</strong></strong></p>
<ul>
<li><a title="Cotações Imobiliário" href="http://www.optimize.pt/Imobiliario-Cotacoes.html">As cotações do mercado imobiliário em Portugal</a></li>
<li><a title="O Mercado Imobiliário no site Optimize" href="http://www.optimize.pt/Imobiliario.html">Descubra a secção imóbiliária da Optimize</a></li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>© Optimize 2009 &#8211; Todos os direitos reservados</p>
<p><br/></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Gripe contra Acções</title>
		<link>http://www.optimize.pt/blog/gripe-contra-accoes-20090727.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/gripe-contra-accoes-20090727.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 09:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[gripe A]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=939</guid>
		<description><![CDATA[Quais os impactos possíveis da gripe A na economia e nos mercados accionistas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/cuidado.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><br />
Na passada terça feira e preparando-me para escrever este artigo fui surpreendido, quase em simultâneo, por duas notícias altamente contraditórias:<br />
<span id="more-939"></span></p>
<p><br/></p>
<ul>
<li>O jornal Le Monde, a toda a largura da primeira página, alertava para a possibilidade da extensão da inevitável pandemia da gripe, reproduzir os “cenários catastróficos” de outras pandemias semelhantes. Com efeito, o gabinete de estudos Oxford Economics admite uma contaminação de 30% da população  mundial tirando como consequência uma baixa de 0,7% a 4,8% do PIB mundial. O que, por sua vez, teria como consequência retardar um a dois anos a recuperação económica em perspectiva.</li>
<li>As cadeias de televisão anglo-saxónicas CNBC e Bloomberg que à hora do almoço divulgavam a evolução das Bolsas Europeias e as previsões para abertura de Wall Street, resumiam euforicamente a recente alta, nas últimas sete sessões de Bolsa da maioria das cotações daquelas praças, a qual atingiu em média cerca de 10%.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Com o objectivo de “desempatar” fui ver no site do DE o PSI20. O índice que fechou com uma modesta alta de 0,18% situava-se nesse momento próximo do seu nível da véspera, exprimindo a menor volatilidade do nosso mercado e a ausência de fortes convicções: nem optimismo, nem pessimismo.</p>
<p><br/></p>
<p>Perante esta indecisão, havia que esperar pela declaração semestral de Ben Bernanke perante o Congresso Americano. E a sua conclusão de que a Economia está a “mostrar sinais ténues de estabilização”, nada adiantou. Com efeito, “estabilização ténue” é crescimento zero. O que, segundo ele, significa a necessidade de manter os juros baixos “por um longo período”. Ora aqui está a notícia tranquilizadora. Com efeito, juros em alta diminuem automática e actuarialmente o valor das acções. </p>
<p><br/></p>
<p>Mas o facto de manter perspectivas sombrias sobre o desemprego, com efeito negativo na confiança dos consumidores, faz temer uma fase de consolidação horizontal até ao final do ano. Todavia, decidi seguir os conselhos do Credit Suisse que nesta manhã tinha alterado a ponderação entre obrigações e acções, dando uma nítida preferência ás acções. Reforcei os mercados BRIC que considero com mais potencialidade (Rússia e Brasil), o sector segurador europeu através de AXA, Generali e Allianz na perspectiva de valorização das suas carteiras de acções e algumas acções europeias (Arcelor, Carlsberg, GDF/Suez, Vivendi, ENI e Sanofi).</p>
<p><br/></p>
<p>Então e a “gripe”? Espero pela vacina. Entretanto, procurarei seguir os conselhos da Ministra da Saúde. Mas é um facto a ter em conta…</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize Gestão Privada" href="http://www.optimize.pt/Produto.php/Optimize-Gestao-Privada.html">A conta Optimize Gestão Privada</a></li>
<li><a title="Fundo Optimize Investimento Activo" href="http://www.optimize.pt/Produto.php/Optimize-Investimento-Activo.html">O fundo Optimize Investimento Activo, o fundo todo-o-terreno</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diário Económico e Optimize 2009</p>
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