Fintechs na liderança do processo disruptivo na Indústria Financeira | Optimize Investment Partners

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Fintechs na liderança do processo disruptivo na Indústria Financeira

Artigo de Opinião mensal de Carlos Pinto, Senior Associate in Investments na Optimize, esclarece e explecita as principais valências promovidas pelas Fintechs e como estas lideram o mercado financeiro.

A introdução da tecnologia na indústria financeira surgiu com a implementação de processos meramente acessórios para automatizar tarefas rotineiras tendo nos últimos anos, vindo a revolucionar todo o processo, marcando o ritmo de toda a transformação da indústria financeira.

A mobilidade surge como um dos principais dinamizadores, com os consumidores a “viciarem-se” no smartphone como veículo do consumo do dia a dia. Assim, surgem as novas apps de pagamentos online permitindo fazer as transações em qualquer lugar. Para além dos pagamentos móveis, surgem como principais atividades desta indústria, a abertura de contas à distância por um computador ou telemóvel, modelos de gestão de risco integrados para prevenir fraudes e branqueamento de capitais e introdução e sistemas de bloqueios a ataques cibernéticos. Adicionalmente, as Fintechs têm a capacidade de uma avaliação instantânea da solvabilidade financeira de uma determinada pessoa ou instituição no processo de aprovação de um empréstimo bancário, da mesma maneira na atribuição de um scoring de risco na comercialização de seguros.

A inteligência artificial é o grande motor deste processo disruptivo, visto que integrando toda a informação capturada (Bid Data), permite em segundos, tomar decisões bem mais demoradas tidas pelos serviços tradicionais. De facto, todas as interatividades simplificadas e céleres por estas novas aplicações tornam a experiência de consumo muito mais atrativa e eficaz.

Segundo o EY FinTech Adoption Index, a taxa de penetração média das maiores 20 economias do mundo já representa 33%, sendo a China com 69% e a India com 52% os que apresentam os maiores valores. Estes países destacam-se fruto do forte investimento em R&D (Research and Development), por apresentarem uma densidade populacional elevada, rejuvenescimento demográfico, população qualificada e ainda pela regulação da proteção de dados ser mais leve que nos países desenvolvidos.

Este processo evolutivo promete ser um veículo de crescimento igualmente nas regiões mais carenciadas. Estima-se que 1.7 Biliões de pessoas não tem acesso a contas bancárias, tendo estas novas ferramentas uma enorme relevância num acesso bem mais facilitado dos serviços financeiros a estas populações permitindo diminuir a pobreza extrema em muitas regiões do globo.

Posto isto, as empresas da indústria, nomeadamente bancos e seguradoras, que manifestem melhor capacidade de integrar nas suas linhas operativas, todas estas valências promovidas pelo Big Data e pela Inteligência Artificial, serão, inevitavelmente as vencedoras desta era disruptiva.

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Artigo publicado in 
Jornal de Notícias
 em 8 de Outubro de 2018
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