As poupanças dos Portugueses não são investidas de forma produtiva | Optimize Investment Partners

Optimize na imprensa

As poupanças dos Portugueses não são investidas de forma produtiva

Diogo Santos Teixeira, CEO da Optimize Investment Partners, partilha a sua visão da poupança em Portugal e as suas convições de gestor de fundos de investimento numa entrevista ao Jornal de Económico, junto dos Jornalistas Shrikhesh Laxmidas e Leonor Mateus Ferreira.

Leia uns excertos ou o texto por inteiro:

Após um 2017 "ótimo" em termos de desempenho dos fundos da Optimize, este ano teve um bom início, mas a gestora, que comercializa 3 Planos Poupança Reforma (PPR), duas gamas de fundos e gestão privada, tem de ser prudente. "O desafio enquanto gestores é que estamos num periodo um bocado chave em termos da gestão de uma carteira diversificada. O objectivo é sempre um objectivo patrimonial, de gestão de médio e longo prazo do património dos nossos clientes, que não são gestores instituicionais. É o cliente final e o que procura é rentabilizar a sua poupança e não ter surpresas.", adianta Santos Teixeira. "Temos uma abordagem relativamente prudente e que necessariamente incorpora títulos de renda fixa, obrigações. No contexto de subida ligeira de algumas taxas de juro como as Americanas, mas também as Portuguesas que começaram a subir ultimamente, é diffícil dar rentabilidade aos clientes."

A Optimize tenta compensar isso com uma abordagem internacional em termos de obrigações, com uma forte componente em dólares, que para além de oferecerem maior rentabilidade, também têm uma componente cambial que pode ser gerida taticamente.

No outro lado da alocação - as ações - o cenário é muito mais positivo. "Quanto mais exposição às ações os nossos clientes tiverem, maior nos tempos recentes tem sido a rentabilidade", frisa. O CEO recorda, no entanto, que o início do ano foi um periodo de receios nas bolsas e que alguns deles persistem, nomeadamente os de subidas de taxas de juros, as tensões em termos de comércio international e os problemas políticos na Itália.

[...]

"Isto tudo num contexto onde os mercados Americanos estão relativamente caros, para não dizer bastante caros." Santos Teixeira acredita que as ações americanas estão numa zona de valorização demasiado forte para os níveis de taxas de juro atuais, o que explica a escolha da Optimize de aumentar a exposição às obrigações Americanas.

"Nas empresas Americanas, as únicas ações que eu ainda acho razoáveis em termos de preços são as grandes tecnológicas. Não tenho qualquer problema em valorizar uma Amazon ou uma Facebook em 25 vezes o s seus resultados, porque têm potencial de crescimento ao nível da margem absolutamente extraordinário", avança, reinterando que a maior parte dos setores Americanos "estão hoje demasadios caros".

Deste lado do Atlântico, "não estamos nos mesmos níveis mas começa a haver em alguns setores tabém sinais de uma euforia, como o do luxo, o da saúde, o das farmacêuticas", vinca. [...]

Links úteis:

Artigo publicado in 
Jornal Económico
 em 8 de Junho de 2018
×

Bem-vindo

Para entrar no seu Espaço Privado Optimize,
preencha o formulário em baixo

7
PQRS
8
TUV
9
WXYZ
2
ABC
1
3
DEF
5
JKL
0
4
GHI
6
MNO
×

Bem-vindo

Para entrar no seu Espaço Consultor Optimize,
preencha o formulário em baixo

9
WXYZ
7
PQRS
0
2
ABC
6
MNO
8
TUV
5
JKL
4
GHI
1
3
DEF