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Guia do check up financeiro anual

Poupança

Já está habituado ao check-up de saúde ou de automóveis. As suas finanças pessoais também precisam de um check-up regular. Um ponto de situação financeiro cada ano é o habito saudável para a sua situação financeira. Este check-up é a oportunidade de rever a sua performance financeira dos últimos 12 meses, e de se certificar que as suas finanças pessoais ficam orientadas na boa direcção. O final do ano é a melhor altura para este tipo de exercício, de forma a tirar proveito dos benefícios fiscais. No entanto se não tiver tempo, faça o seu check-up o mais cedo possível no início do ano.

Então, está no bom caminho, ou precisa dar a volta para melhores estratégias financeiras? Veja as 7 etapas do check-up financeiro e prepare um futuro melhor.

  • Os seus objectivos de vida
  • A sua situação patrimonial
  • O orçamento anual
  • Optimização de créditos e seguros
  • O seu plano de backup
  • O seu novo plano de poupança
  • O seu pé de meia para a reforma

1. OS SEUS OBJECTIVOS DE VIDA

É fácil mergulhar nas generalidades relativas ao conforto da reforma e à qualidade da educação das suas crianças. Mas é insuficiente. Terá mais motivação se definir claramente a sua meta, e construir o plano que a permita atingir.

Faça a lista dos seus objectivos (poupar para os estudos das suas crianças, comprar carro, ir de férias, reembolsar um empréstimo, preparar a reforma, poupar para comprar uma casa, etc). A partir desta lista, classifique os seus objectivos em termos de prazos: curto prazo (até 2 anos), médio prazo (2 a 5 anos), longo prazo (mais de 5 anos).

Avalie os progressos que fez durante o ano relativamente a estes objectivos, e quantifique a poupança que precisa.


2. A SUA SITUAÇÃO PATRIMONIAL

Faça a lista das suas contas bancárias, contas de poupança e investimento, seguros e PPR. Calcule assim o valor global dos seus activos financeiros.

Veja também qual é a sua situação em termos de empréstimos a reembolsar. O saldo dos empréstimos a correr e activos financeiros representa a sua situação patrimonial líquida.


3. O ORÇAMENTO ANUAL

Faça um orçamento anual: a lista das despesas e receitas. Compare a sua capacidade de poupança com as importâncias que tinha definido.

Uma ajuda para este exercício orçamental: 

RubricaImportância em €

Rendimentos

Salários

Pensões

Juros e dividendos

Outros rendimentos

Valores

x,xx€

x,xx€

x,xx€

x,xx€

Total de rendimentosx,xx€

Despesas

Rendas ou prestações imobiliárias

Prestações automóveis

Prestações de créditos pessoais

Custos bancários

Impostos

Equipamento doméstico

Manutenção de casa

Empregada

Despesas alimentares

Roupa

Saúde

Escolas

Despesas automóveis (gasolina...)

Despesas de transportes

Seguros de vida

Seguros de saúde

Seguros de casa

Seguros automóveis

Saídas

Viagens

Clubs

Hobbies

Doações

Valores

x,xx€

x,xx€

x,xx€

x,xx€

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x,xx€

x,xx€

x,xx€

x,xx€

x,xx€

x,xx€

x,xx€

x,xx€

x,xx€

Total Despesasx,xx€
Saldo, Capacidade de Poupançax,xx€

4. OPTIMIZAÇÃO DOS CRÉDITOS E SEGUROS

Contempla as soluções à sua disposição para renegociar as taxas de juros associadas aos seus empréstimos. Veja também se os seus contratos de seguros constituem bons negócios relativamente à oferta concorrente. Com algumas transferências talvez pudesse diminuir as suas despesas anuais.


5. O SEU PLANO DE BACK-UP

Nunca se sabe o que o futuro reserva.

Previna-se dos imprevistos em:

Contratar um seguro de vida, que lhe garanta um rendimento em caso de acidente grave, e que proteja a sua família no caso do pior.

Guardar o equivalente a 3 a 6 meses de salário sempre disponível, numa aplicação muito líquida tal como um fundo monetário ou de Obrigações, ou até um depósito bancário.


6. O SEU NOVO PLANO DE POUPANÇA

Defina a sua estratégia de repartição de activos

Isto significa uma definição das proporções da sua poupança dedicada a activos monetários, obrigacionistas, bolsistas, imobiliários, etc. A repartição deve ser reajustada em cada ano par ficar conforme aos seus objectivos.

Defina-se a partir de dois factores:

  • As probabilidades: Fazendo uma retrospectiva estatística, num prazo de 20 anos, o pior resultado dos mercados bolsistas foi superar a inflação em 1%. No mesmo prazo, o pior resultado dos mercados obrigacionistas foi ficar 3% abaixo da inflação (ou seja perder 3% de poder de compra por ano!).
  • O factor emocional: Analisar os padrões históricos é um bom ponto de início no processo de decisão, mas não é suficiente. Também terá de avaliar o seu perfil de investidor. Medir a sua capacidade para tomar risco não é tão simples. Muita gente acha que poderia aceitar uma perca de 20%. Quando isto acontece a aceitação é mas difícil do que previsto! Poderá experimentar, para avaliar o seu perfil, o simulador de perfil de investidor que Optimize lhe propõe: é muito completo.

Escolha as aplicações financeiras

A poupança de longo prazo beneficia de condições fiscais vantajosas. Aproveite-as. A fiscalidade dos PPR, dos Unit-linked, dos seguros de capitalização oferece:

  • Benefícios fiscais: os PPR permitem deduzir do IRS até 400 € por ano
  • IRS sobre as mais-valias: A partir do oitavo ano de investimento, as mais-valias realizadas beneficiam de uma taxa reduzida de 8% em vez dos 20% habituais
  • Isenção de imposto do selo sobre as transmissões: Estas aplicações são isentas do imposto de selo sobre as transmissões gratuitas

Defina mensalidades

Se tiver habitualmente dificuldades em poupar, pense nas subscrições periódicas (mensais, trimestral). A selecção de PPR de Optimize permite-lhe definir contribuições periódicas a partir de 100€ por mês ou trimestre. A constituição periódica da poupança quase não custa.


7. O SEU PÉ-DE-MEIA PARA A REFORMA

Faça uma estimava do pé-de-meia que precisará aos 65 anos.

Os especialistas dizem que:

Para obter aos 65 anos uma renda vitalícia que corresponde a 50% do seu salário ilíquido, terá de ter acumulado um capital de um valor de 7,5 vezes o seu salário anual ilíquido.

Para obter aos 65 anos uma renda vitalícia que corresponde a 25% do seu salário ilíquido, terá de ter acumulado um capital de um valor de 3,75 vezes o seu salário anual ilíquido.

Quanto mais cedo começar, melhor!

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