Negócios: "Pergunta para um milhão de euros" | Optimize Investment Partners

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Negócios: "Pergunta para um milhão de euros"

Carlos Pinto, Senior Associate in Investments da Optimize, foi desafiado pelo Jornal Negócios para responder a uma "pergunta para um milhão de euros".

A Standard & Poor's vai subir o "rating" de Portugal?

"Carlos Pinto recorda que a economia portuguesa tem mantido uma evolução positiva e os números do défice são baixos, mas há problemas geopolíticos que podem afetar o país.

A dívida portuguesa volta, esta semana, a ser alvo de avaliação por parte de uma agência de "rating". Depois da Moody's ter deixado a avaliação da República Portuguesa inalterada no mês passado, a Standard & Poor's tem agendada para esta sexta-feira uma possível ação de "rating" para Portugal. Mas será que a agência vai melhorar a nota do país?

A Standard & Poor's foi a primeira agência de "rating" a tirar Portugal de um nível especulativo, em setembro de 2017. O movimento surpreendeu os investidores, uma vez que a perspetiva para a dívida portuguesa estava "estável". Agora, o "outlook" está positivo, o que abre espaço para uma subida da nota. Mas isso dependerá da evolução de vários indicadores, desde a economia à dívida.

"Em 2018, o Produto Interno Bruto (PIB) português cresceu 2,1%. Apesar de ser uma taxa ligeiramente abaixo das previsões, foi bem acima do crescimento da Zona Euro", explica Carlos Pinto. O gestor da Optimize realça ainda que a Comissão Europeia, num relatório divulgado recentemente, destaca que, "apesar de [Portugal] enfrentar desequilíbrios ao nível da dívida externa, a vulnerabilidade da banca é menor".

A par das melhorias ao nível da economia, Carlos Pinto acrescenta que a "política do BCE em manter as taxas de juro baixas deverá ajudar a baixar os custos da dívida", que já estão em mínimos históricos. Dito isto, o responsável acredita que o cenário mais provável é a S&P optar pela "manutenção no nível atual, devido às várias incertezas geopolíticas".

Mesmo prevendo que a entidade mantenha a avaliação atual para a dívida portuguesa no final desta semana, o gestor argumenta que não ficaria surpreendido caso a agência de notação financeira avançasse com uma melhoria do "rating", uma decisão que seria motivada pelos baixos números do défice e pela política de taxas de juro baixas do BCE. E, "se não o fizer agora [subir o 'rating'], poderá fazê-lo numa das próximas avaliações"."

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Artigo publicado in 
Jornal de Negócios
 em 11 de Março de 2019
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